- Fluminense vai enviar uma representação à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contestando a anulação do gol de Kevin Serna no empate de um a um com o Coritiba, disputado no Couto Pereira no sábado (4), pela 10ª rodada do Brasileirão.
- A reclamação do clube envolve o árbitro Rafael Rodrigo Klein, sob o argumento de falta de critério na condução da partida.
- O gol foi anulado aos 16 minutos do primeiro tempo após revisão do VAR, que apontou infração na origem do lance.
- A jogada teve início com cobrança de escanteio pelo lado direito; Maicon desviou de cabeça e Serna balançou as redes, mas houve a marcação da falta de Castillo sobre Sebastián Gómez.
- A Comissão de Arbitragem da CBF divulgou a análise técnica e o áudio do VAR, que justificam a anulação com base na Regra de Jogo 12, ao identificar uma infração durante a Fase de Ataque (APP) na construção da jogada.
O Fluminense vai protocolar uma representação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para contestar a anulação do gol de Kevin Serna no empate de 1 a 1 com o Coritiba. A partida ocorreu no sábado (4), no Couto Pereira, pela 10ª rodada do Brasileirão. O clube questiona o critério aplicado pelo árbitro Rafael Rodrigo Klein, gaúcho, na condução do lance.
A diretoria sustenta que houve falha de critério na decisão após consulta ao VAR. A anulação ocorreu após revisão do monitor à beira do campo, com base em uma infração na origem do lance. O impacto foi direto na tabela, evitando o que poderia ter sido o gol da liderança provisória do Fluminense.
A jogada analisada aconteceu aos 16 minutos do primeiro tempo. Maicon desviou de cabeça após cobrança de escanteio pelo lado direito e Kevin Serna completou para balançar as redes. O lance foi anulado após verificação de uma suposta falta de Castillo sobre Sebastián Gómez.
Explicação da Arbitragem
A Comissão de Arbitragem da CBF divulgou nesta semana a análise técnica e o áudio da atuação do árbitro assistente de vídeo. O material sustenta a anulação com base na identificação de uma infração durante a Fase de Ataque (APP). O protocolo diz que o VAR pode orientar o árbitro para intervenções em gols em que há infração da equipe atacante.
A decisão foi tomada pela equipe de arbitragem após revisão das imagens, seguindo a Regra 12 do futebol. A interpretação considera que o atacante cometeu contato que prejudicou a movimentação do adversário na jogada que originou o gol.
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