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Diretor do Atlanta cita acordo com Botafogo para evitar transfer ban por Almada

Atlanta United confirma acordo de conciliação com Botafogo para evitar novo transfer ban enquanto dívida de Almada é quitada, após atraso na segunda parcela

Thiago Almada foi comprado pelo Botafogo em 2024 (Foto: Divulgação / Botafogo)
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  • O Atlanta United afirma que não acionará novo transfer ban do Botafogo, mantendo acordo de conciliação com John Textor sobre a venda de Thiago Almada.
  • A SAF pagou a primeira parcela de 10 milhões de dólares, mas atrasou a segunda.
  • O acordo fez com que o Atlanta não movesse ação na FIFA, evitando o bloqueio de registro de jogadores pelo Botafogo.
  • Nos dois primeiros meses do ano, foram cobrados 30 milhões de dólares envolvendo venda, multa e metas contratuais.
  • Internamente, a SAF aponta fluxo de caixa como grande risco devido a disputas judiciais e dívidas remanescentes de contratações em 2025.

O Atlanta United, da MLS, informou que não move ação para um novo transfer ban contra o Botafogo enquanto vigora um acordo de conciliação sobre a dívida pela venda de Thiago Almada. A sociedade de John Textor está envolvida na negociação e o caso segue sob os termos acordados.

Segundo o clube norte-americano, a SAF pagou a primeira parcela de 10 milhões de dólares, mas houve atraso na segunda. O entendimento em vigor estabelece o cumprimento dos termos pactuados, sem a abertura de nova disputa na Fifa para notificar o Botafogo sobre a dívida.

A decisão de evitar novo ban ocorreu após as tratativas realizadas nas últimas semanas, que já evitaram medidas mais restritivas por parte da Fifa. O processo envolve valores relacionados à venda, multa e metas previstas em contrato.

No início do ano, o Atlanta cobrou 30 milhões de dólares pela transação, o que trouxe dificuldades para o Botafogo registrar atletas. Entre os nomes impactados estavam Ythallo, Lucas Villalba e Wallace Davi, além de estender a negociação de Cristian Medina.

Dentro do Botafogo, a SAF tem tratado o fluxo de caixa como risco relevante em meio a disputas judiciais, com débitos associados a contratações realizadas em 2025. A situação envolve a gestão da dívida com o clube norte-americano e a estruturação de pagamentos futuros.

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