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Presidente da federação italiana renuncia em meio à crise

Renúncia de Gabriele Gravina à presidência da Federação Italiana de Futebol (FIGC) determina nova eleição em 22 de junho, após a Itália ficar fora da Copa do Mundo pela terceira vez seguida

O presidente da FIGC, Gabriele Gravina, esteve presente nos jogos das Eliminatórias — Foto: Reuters
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  • Gabriele Gravina renunciou ao cargo de presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) após reunião na sede, em Roma.
  • Uma nova eleição será realizada no dia 22 de junho, conforme o estatuto da federação.
  • A saída ocorre após a Itália ficar fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva (2018, 2022 e 2026).
  • A equipe italiana perdeu a vaga para a Bósnia, numa derrota por 4 a 1 nos pênaltis, na última terça-feira.
  • O ministro do Esporte e Juventude, Andrea Abodi, já havia pedido mudanças na FIGC e a demissão de Gravina.

Gabriele Gravina renunciou ao cargo de presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta quinta-feira, após reunião com os presidentes das ligas filiadas, em Roma. A decisão foi anunciada ao término do encontro, realizado na sede da entidade. Uma nova eleição será realizada no dia 22 de junho.

A saída ocorre dois dias depois da Itália não ter se classificado para a Copa do Mundo de 2026. A seleção italiana, tetracampeã, falhou na tentativa de vaga frente à Bósnia, em jogo disputado na última terça, com derrota por 4 a 1 nos pênaltis.

Foi a terceira vez seguida que a Itália fica sem a competição global. Em 2018 e 2022, o país já havia ficado de fora. O anúncio da renúncia coincide com cobranças do governo e de órgãos esportivos por mudanças na FIGC, incluindo pedidos de demissão de Gravina.

A federação informou que a escolha do novo presidente observará o Estatuto Federal, garantindo tempo para a transição e para que a gestão eleja o substituto antes dos próximos campeonatos profissionais. A data de 22 de junho aponta para continuidade administrativa.

Enquanto o processo ocorre, o ministro do Esporte e Juventude, Andrea Abodi, reforçou a necessidade de mudanças na condução da FIGC e acompanhou de perto os desdobramentos. A gravidade da crise motivou o pedido de reformulação institucional.

A próxima etapa deve esclarecer quem comandará a federação durante a transição e quais medidas serão adotadas para evitar novas eliminações prematuras da seleção. A repercussão envolve clubes, ligas e a torcida, diante da temporada que se aproxima.

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