- Fluminense venceu o Corinthians por 3 a 1, no Maracanã, na nona rodada do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira, 1º.
- A partida foi realizada em alusão ao Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, com ações de inclusão e destaque à sala sensorial inaugurada em setembro de 2025.
- Henrique Correa, autista de 6 anos, entrou em campo com os jogadores; a sala sensorial fica no setor Oeste do estádio e oferece isolamento acústico, iluminação suave, controle de estímulos e itens táteis.
- Durante o jogo houve intervenções simbólicas: flâmulas com o quebra-cabeça, braçadeiras e bandeirinhas com o símbolo, além do patrocinador máster em versão adaptada.
- Com a vitória, o Fluminense chegou a 19 pontos, na segunda posição; o próximo jogo será contra o Coritiba, no sábado, às 20h30.
O Fluminense transformou o jogo contra o Corinthians, nesta quarta-feira, 1º de abril, no Maracanã, em uma ação de conscientização sobre o autismo. A noite ocorreu durante a nona rodada do Brasileirão, com foco no Abril Azul.
Antes da bola rolar, o clube promoveu ações simbólicas em apoio à causa. Fluminense e Corinthians utilizaram braçadeiras com o símbolo do autismo e trocaram flâmulas personalizadas. Bandeirinhas de escanteio também seguiram a mesma linha.
Sala sensorial no Maracanã
Em setembro de 2025, o estádio inaugurou duas salas sensoriais no setor Oeste, para acolher torcedores com TEA. Os ambientes contam com isolamento acústico, iluminação suave, estímulos controlados, objetos táteis e abafadores de ruído.
A ideia é permitir que torcedores com hipersensibilidade acompanhem as partidas com mais conforto. Pais relatam melhoria na experiência familiar e maior tranquilidade para frequentar o estádio.
Desdobramentos da partida
No campo, o Fluminense venceu por 3 a 1, com gols de John Kennedy, Hércules e Castillo. André descontou para o Corinthians. A vitória deixou o Tricolor na segunda posição, com 19 pontos em nove jogos.
A partida reforçou a agenda de inclusão no futebol. O Maracanã passou a valorizar espaços e ações que favorecem a permanência de torcedores com necessidades sensoriais especiais. Henrique Correa, de 6 anos, entrou em campo com os jogadores em homenagem à causa.
Entre na conversa da comunidade