- Félix, apelidado de “Papel”, atuou pelo Fluminense entre 1968 e 1977, chegando aos 30 anos já estabelecido na carreira.
- Em 319 jogos oficiais pelo clube, ele teve 152 vitórias, 82 empates e 85 derrotas, sofrendo 260 gols com média de 0,82 por partida.
- Conquistou cinco títulos estaduais (1969, 1971, 1973, 1975 e 1976) e foi peça-chave na equipe conhecida como Máquina Tricolor.
- Foi titular da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, no México, sob comando de Zagallo, ajudando o Brasil a sagrar-se tricampeão.
- Encerrrou a carreira em 1977 devido a uma calcificação no ombro direito, encerrando uma trajetória marcada pela regularidade e longevidade.
Félix, conhecido pelo apelido de Papel, foi guardião do Fluminense entre 1968 e 1977. Chegou aos 30 anos, vindo da Portuguesa, e rapidamente mostrou que não estava para se aposentar, mas para viver o auge da carreira. Em Laranjeiras, surpreendeu críticos com coragem, antecipação e reflexos ágeis.
Ao longo de quase uma década, disputou 319 partidas oficiais pelo clube. O retrospecto mostra 152 vitórias, 82 empates e 85 derrotas. A média de gols sofridos ficou em 0,82 por jogo, sinal de consistência entre as traves.
A trajetória e as taças
Félix foi peça-chave na campanha vitoriosa do Campeonato Brasileiro de 1970, então conhecido como Taça de Prata. No Carioca, ajudou o Flu a conquistar cinco títulos estaduais: 1969, 1971, 1973, 1975 e 1976, mantendo a defesa sob controle durante a era da chamada Máquina Tricolor.
Seleção brasileira e reconhecimento internacional
A performance no Fluminense abriu espaço para o posto de titular na Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, no México. Sob o comando de Zagallo, integrou o elenco que conquistou o tricampeonato mundial, com defesas lembradas como momentos decisivos da campanha.
O fim da carreira e o legado
A trajetória de Félix encerrou-se em 1977, devido a uma calcificação no ombro direito, consequência de anos de atuação em alto nível. Mesmo com a aposentadoria precoce, o goleiro deixa um legado de 319 jogos pelo Flu e de cinco títulos estaduais, além da glória de 1970 pela seleção. O papel de Papel permanece nas memórias do clube e de fãs do futebol.
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