- Anderson Barros, diretor executivo do Palmeiras, participou do Bola da Vez e ofereceu sua versão sobre a saída de Dudu no final de 2024, dizendo que o jogador não teve transparência e classificando como inadmissível o áudio vazado da conversa entre eles.
- Barros afirmou que o Palmeiras foi transparente em seus movimentos e recordou que Dudu pediu para ser negociado em meados de 2020, sendo emprestado ao Al-Duhail; ele voltou quando a compra não foi confirmada.
- A saída de Dudu gerou processo por danos morais movido pela presidente Leila Pereira, em janeiro de 2025, com áudios da conversa entre Dudu e Barros anexados pela defesa do atacante em julho daquele ano.
- O dirigente destacou que o Palmeiras tem um processo em que capitães influenciam decisões, citando atletas como Weverton, Gómez e Rocha e afirmando que tudo passa pela voz dos líderes e pelo treinador.
- O ex-ídolo também foi mencionando como parte de um movimento do Palmeiras de negociar veteranos, e Barros listou próximos jogos do clube: Grêmio, Bahia e Junior Barranquilla, com transmissão pelo Disney+.
Anderson Barros, diretor executivo do Palmeiras, atualizou ao Bola da Vez detalhes sobre a saída de Dudu, ídolo do clube, ocorrida no final de 2024. O dirigente afirma ter havido transparência do Verdão e crítica ao comportamento do jogador, especialmente em relação a áudios vazados.
A troca de mensagens políticas e públicas entre Dudu e a diretoria ganhou contornos legais. Em 2025, Leila Pereira moveu processo por danos morais contra Dudu, com áudios do diálogo entre Barros e o jogador anexados pela defesa do atacante.
Barros sustenta que o clube foi claro em todos os movimentos, e que Dudu gravou conversas sem consentimento. O episódio remete a uma negociação iniciada em 2020 com o Al-Duhail, quando o atacante desejava sair em meio a conflitos com o corpo técnico.
Saídas de outros ídolos do Palmeiras
Barros comentou ainda as saídas de capitães que marcaram o ciclo vitorioso do clube. Weverton, Gómez e Rocha teriam seguido caminhos diferentes, com participação das lideranças na tomada de decisões. O dirigente destaca que a voz dos capitães é respeitada, sem surpresas.
De acordo com o executivo, Weverton passou a protagonizar novas funções no final de 2020, diante de mudanças no elenco. O entendimento foi que o goleiro poderia ter futuro em outra posição, mantendo o equilíbrio da equipe.
Barros citou também a saída de Marcos Rocha e a relação construída com Veiga. Ele afirmou que transições respeitaram a história dos atletas e que o clube busca reconhecer contribuições antes de qualquer decisão.
Próximos jogos do Palmeiras
- Grêmio (C) – 02/04, 21h30 (Brasília)
- Bahia (F) – 05/04, 19h30 (Brasília)
- Junior Barranquilla (F) – 08/04, 21h30 (Brasília)
Transmissão do plano premium do Disney+ em jogos da Libertadores.
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