- Flamengo não tem pressa para construir o estádio no terreno do Gasômetro, adquirido em 2024.
- O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, diz que a obra com a atual taxa de juros seria “suicídio esportivo”; estima custo de R$ 3 bilhões com 15% de juros ao ano, equivalente a R$ 450 milhões por ano (cerca de 80 milhões de euros).
- O clube não começaria a construção sob esse cenário financeiro; o dirigente compara a situação com manter a competitividade.
- A possibilidade de reavaliar nos próximos três ou quatro anos existe, caso haja queda de juros e crescimento financeiro do Flamengo.
- As declarações foram dadas em entrevista ao MengoCast, da Flamengo TV.
O Flamengo não tem pressa para iniciar a construção do estádio no terreno do Gasômetro, adquirido pelo clube em 2024. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, afirmou que o projeto só deve avançar em condições financeiras estáveis.
Segundo Bap, o custo estimado do estádio é de cerca de 3 bilhões de reais, com juros elevadíssimos na taxa atual. Ele citou estimativas de 15% de juros ao ano, traduzidos em cifras altas que tornam a obra inviável no momento.
Na visão do dirigente, construir diante de juros elevados seria prejudicial ao clube. Ele afirmou que, com cenário de juros menores no futuro, a ideia poderia voltar a ser discutida, dependendo da evolução econômica do país e da instituição.
Bap comentou ainda que, se o Flamengo tivesse um estádio próprio hoje, a competição entre equipes seria diferente. Mesmo assim, ressaltou que a realidade financeira e as condições macroeconômicas influenciam a viabilidade do projeto.
Gasômetro e projeção futura
O clube mantém o foco em avaliar possibilidades a médio prazo, sem indicar data para início das obras. A entrevista ocorreu durante participação no MengoCast, da Flamengo TV, onde o presidente reforçou a cautela diante do cenário financeiro.
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