- Roque Júnior, campeão mundial de 2002, fala sobre como o Brasil pode conquistar a Copa do Mundo e compartilha conselhos de foco e preparação física para os 39 dias do torneio (11 de junho a 19 de julho).
- Ele acredita que Espanha e França aparecem como favoritas neste Mundial, enquanto a Argentina deve ser respeitada, mas não vista como máxima favorita.
- O ex-zagueiro aponta que o maior desafio do Brasil é passar das quartas de final, com atenção especial à semifinal e ao peso da camisa.
- Roque Júnior não vê problema em ter um treinador estrangeiro e elogia Carlo Ancelotti pela trajetória e capacidade de adaptação a diferentes culturas.
- O Brasil é visto como um candidato entre as principais seleções, mas o conjunto de grandes equipes pode competir pelo título.
Roque Júnior, campeão mundial em 2002, concedeu entrevista ao LANCE! para analisar a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo deste ano, a ser disputada entre EUA, Canadá e México. A importância, segundo o ex-zagueiro, está no foco e na preparação física durante os 39 dias de torneio, de 11 de junho a 19 de julho. Ele também comentou a possibilidade de um técnico estrangeiro comandar a Canarinho.
Para ele, dois pilares definem o caminho ao título: a condição física dos jogadores e a dedicação exclusiva durante o mês de competição. Em 40 dias, cada decisão diária deve convergir para o objetivo de erguer a taça, afirmou, relembrando a intensidade do dia a dia da seleção na época de disputas anteriores.
Roque Júnior avaliou as favoritas para o Mundial. Apesar de enxergar o Brasil entre os candidatos, ele apontou Espanha e França como equipes com um degrau acima no momento. A Argentina ganhou a última edição, mas não estaria, aos seus olhos, em posição de favoritismo tão clara quanto os europeus.
Sobre a escolha do treinador, o ex-jogador não vê problema em ter um comandante estrangeiro. Ele destacou o currículo de Carlo Ancelotti, que atuou em diferentes países, e acredita que o técnico pode se adaptar à cultura brasileira. A opinião é de que a seleção pode se beneficiar de experiência internacional.
O conteúdo completo da entrevista aborda ainda possíveis ajustes na zaga, além de reflexões sobre Neymar na Copa e questões de racismo no futebol. As análises de Roque Júnior permanecem centradas em dados e no histórico da seleção, sem emitir julgamentos.
Entre na conversa da comunidade