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Meia do Suriname Djavan luta por vaga na Copa e esclarece origem do nome

Suriname busca vaga inédita na Copa do Mundo na repescagem contra a Bolívia, em semifinal, com Djavan Anderson destacando ligação com o Brasil

Filho de mãe surinamesa e pai jamaicano, Djavan Anderson recebeu nome em homenagem ao cantor brasileiro — Foto: Divulgação
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  • O Suriname enfrenta a Bolívia nesta quinta-feira, em Monterrey, pela semifinal da repescagem intercontinental da Copa do Mundo de 2026.
  • O vencedor vai à final contra o Iraque.
  • Djavan Anderson, lateral que atua também como meia, chama atenção por ter o nome em homenagem ao cantor brasileiro Djavan.
  • A dupla nacionalidade foi flexibilizada em novembro de 2019, permitindo que jogadores da diáspora defendam o Suriname sem abrir mão de outras nacionalidades.
  • O Suriname thiava na liderança do grupo, perdeu apenas uma vez e caiu para a repescagem, mantendo o otimismo de ir à Copa do Mundo pela primeira vez.

A seleção do Suriname entra na repescagem intercontinental da Copa do Mundo de 2026 com a esperança de alcançar uma vaga histórica. O time enfrenta a Bolívia na semifinal, em jogo único, nesta quinta-feira, no estádio El Gigante de Acero, em Monterrey, no México. A partida define quem avança à final contra o Iraque.

Entre os convocados, destaca-se Djavan Anderson, meia e lateral que carrega no nome uma homenagem ao cantor brasileiro Djavan. Filho de mãe surinamesa e pai jamaicano, ele já visitou o Brasil diversas vezes e viveu parte da infância em território brasileiro.

Historicamente, o Suriname enfrentou a restrição da dupla nacionalidade, que impedia atletas com raízes surinamesas de representar o país caso mantivessem nacionalidade holandesa. A regra moldou gerações que defenderam a Holanda, incluindo grandes nomes e jogadores de clubes europeus.

Contexto da reformulação

Em março, Clarence Seedorf e Patrick Kluivert passaram a atuar como conselheiros da seleção, contribuindo com experiência para o desenvolvimento do futebol no Suriname. A mudança institucional ocorreu após o endurecimento das regras de naturalização, permitindo maior mobilidade da diáspora.

A flexibilização, adotada de forma gradual a partir de 2019, ganhou impulso em 2021, quando o Suriname voltou a disputar a Copa Ouro. Hoje, Djavan Anderson faz parte de uma nova geração que reforça a identidade nacional sem abrir mão de raízes globais.

Djavan afirma que a mudança fortalece o elenco ao ampliar o conjunto de opções de jogadores, reforçando a confiança no objetivo de chegar à Copa do Mundo. O grupo atual, com origem diversa, acredita manter o aproveitamento da chance histórica.

A repescagem terá, além de Suriname x Bolívia, outra partida decisiva na mesma fase: Nova Caledônia frente à Jamaica, em Zapopan. O vencedor enfrentará o Congo na final pela última vaga disponível.

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