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Cannavaro aponta Brasil 2006 entre as 3 seleções mais bonitas da história

Cannavaro aponta o Brasil de 2006 como uma das três seleções mais bonitas da história do futebol brasileiro, em entrevista sobre o título italiano

Tetra com a Itália, Cannavaro diz que Brasil de 2006 é uma das seleções mais bonitas do futebol e compara com a de 82 e 70 (0:59)
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  • Fabio Cannavaro, aos 33 anos na Copa do Mundo de 2006, foi capitão da Itália campeã e ganhou a Bola de Ouro daquele ano.
  • A entrevista à ESPN faz parte do especial Parla Cannavaro, disponível no plano premium do Disney+.
  • Cannavaro afirmou que o Brasil, na Copa de 2006, está entre as seleções “mais bonitas” da história e citou Brasil, Argentina, Itália e Alemanha como pilares da história da competição.
  • Destacou a campanha italiana de 2006, incluindo a vitória sobre a Alemanha na semifinal, a final contra a França e o papel decisivo de Fabio Grosso nos pênaltis.
  • Hoje, aos 52 anos, Cannavaro treina o Uzbequistão para a Copa de 2026, destacando o grupo K, com Portugal, Colômbia e Congo na briga por vaga.

Fabio Cannavaro, então com 32 anos, foi capitão da Itália na Copa do Mundo de 2006, disputada na Alemanha, e levou o time ao título. Meses depois, tornou-se o primeiro zagueiro a vencer a Fifa World Player e a Bola de Ouro daquele ano.

Em entrevista ao ESPN no especial Parla Cannavaro, o ex-capitão relembrou o Brasil como uma das favoritas da edição e manteve um olhar retrospectivo sobre o torneio que encerrou décadas de títulos italianos. A íntegra está disponível no plano premium do Disney+.

O legado da Itália na Copa de 2006

Cannavaro destacou que o Brasil, a França, a Alemanha e a Itália formam o núcleo histórico da competição. Comparou a formação brasileira de 2006 às seleções de 1982 e 1970, que julga as mais bonitas do futebol brasileiro. Também elogiou a qualidade da França como adversário.

A vitória italiana sobre a Alemanha, por 2 a 0 na semifinal, ficou marcada pelo segundo gol de Del Piero em contra-ataque iniciado pela defesa italiana. Cannavaro relembrou a importância do momento diante da torcida de casa e da seleção alemã.

A Bola de Ouro em perspectiva

O capitão explicou que o topo da carreira coincidiu com boa fase na Juventus, após jejum em lesões na Inter. Atingir a centésima partida com a Copa do Mundo em andamento elevou a percepção sobre seu desempenho, que, segundo ele, superou expectativas.

Ele destacou ainda o papel de Marcello Lippi, o treinador da Itália, na consistência da equipe durante o caminho até a final, enfatizando a importância do conjunto e da experiência dos jogadores.

O presente de Cannavaro

Hoje, aos 52 anos, Cannavaro treina a seleção do Uzbequistão, que disputará a Copa do Mundo de 2026. O treinador vê a missão com entusiasmo e realismo, destacando o desafio de enfrentar grupos fortes.

O Uzbequistão está no grupo K, ao lado de Portugal, Colômbia e um país vindo da repescagem. O objetivo é avançar à próxima fase sem pressionar demais, mantendo o equilíbrio entre agressividade e controle.

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