- Um bandeirão com o rosto da goleira Natalia Wippel foi visto entre os Ultras Vascaína em São Januário, em homenagem ao Beach Soccer feminino do Vasco e da Seleção Brasileira.
- Wippel é destaque do Beach Soccer do Vasco e representa a ligação entre o clube, atletas e torcida, evidenciando o reconhecimento pela modalidade.
- O Vasco tem investido no Beach Soccer feminino desde a retomada oficial em 2019, com padrão profissional, equipes estruturadas e planejamento contínuo.
- Em 2024, o time feminino chegou à final da Americas Winners, conquistando vaga para competições internacionais como World Winners e uma nova edição da Americas Winners.
- O projeto também se destaca pela integração entre esporte e educação, com bolsas de estudo e estratégias de gestão que incluem apoio psicológico, saúde e participação das jogadoras nas decisões.
Um bandeirão tremulou entre os Ultras Vascaína em São Januário, chamando a atenção pela estreia de Natalia Wippel. A goleira do Beach Soccer feminino do Vasco e da Seleção Brasileira aparece no rosto da bandeira, em homenagem da torcida.
A iniciativa evidencia o reconhecimento à modalidade, que tem ganhado protagonismo nos últimos anos. Wippel iniciou no futebol aos seis anos e hoje simboliza a conexão entre o clube, suas atletas e a torcida.
O Vasco tem consolidado um projeto estruturado no Beach Soccer feminino, mesmo durante a reconstrução de outras modalidades. A equipe atua com padrões profissionais, incluindo uniformes, logística e planejamento esportivo.
Dentro do clube, o reconhecimento institucional cresceu. As atletas passaram a ser apresentadas em São Januário, participam de eventos oficiais e integram o Tour da Colina, fortalecendo a ligação com a história vascaína.
Bech Soccer feminino no Vasco
Retomado oficialmente em 2019, o Beach Soccer feminino do Vasco voltou ao cenário nacional com foco em igualdade de tratamento, identidade vascaína e alto rendimento. O primeiro treino foi na praia de Copacabana, com estrutura e planejamento contínuos.
A gestão da modalidade defende respeito à camisa como princípio central. Enquanto o masculino já tinha tradição desde a década de 1990, a equipe feminina passou a receber atenção equivalente. O gestor Rafael Rec, marido de Natalia, enfatiza esse compromisso.
Os resultados acompanharam o investimento. No Rio de Janeiro, o time feminino não perde há quatro anos, vencendo rivais locais. Nacionalmente, acumulou títulos da Copa do Brasil, Brasileiros e Estaduais, consolidando-se como referência.
Em 2024, o Vasco disputou pela primeira vez uma competição internacional com o Beach Soccer feminino, a Americas Winners, em El Salvador. A equipe chegou à final e ficou com o vice-campeonato, abrindo portas para novos desafios.
Estrutura e futuro
A participação em torneios internacionais garantiu vagas em eventos como World Winners, além de uma nova edição da Americas Winners. A estrutura interna inclui apoio psicológico, controle de treino específico para atletas mulheres e saúde integral.
Além disso, o clube mantém parcerias com instituições privadas que oferecem bolsas integrais para ensino superior, buscando formar atletas e cidadãs. A gestão envolve participação das jogadoras nas decisões diárias.
O momento é visto como favorável pela atual administração, que ampliou o suporte ao Beach Soccer, com mais recursos humanos e logísticos. A expectativa é manter o alto desempenho e conquistar novos títulos no futsal da areia.
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