- Em 2002, Luiz Felipe Scolari decidiu não convocar Romário, mesmo com a pressão da torcida; o Brasil acabou conquistando o tetracampeonato.
- Hoje, Neymar tem jogado pouco e, quando entra em campo, não aparece com regularidade no alto nível de atuação.
- Carlo Ancelotti afirma que só chamaria Neymar para a Copa se ele estivesse cem por cento fisicamente disponível, adotando um critério diferente do usado na convocação anterior.
- O texto sugere que a coerência do discurso de Ancelotti sobre Neymar é vista como mais rígida do que a de Felipão na época de Romário.
- A comparação entre as situações levanta a hipótese de que, hoje, seria menos provável que Neymar recebesse a mesma adesão da opinião pública que Romário recebeu em 2002.
Luiz Felipe Scolari não convocou Romário para a seleção brasileira na Copa de 2002, decisão que gerou intensa discussão e foi seguida pela conquista do pentacampeonato pela equipe nacional. A escolha ocorreu mesmo diante de alta cobrança popular, com 61,1% dos brasileiros favoráveis à convocação, segundo Datafolha.
Em 2026, Neymar mostra atuação pouco frequente na seleção e, quando entra em campo, não mantém o mesmo nível de rendimento de anos anteriores. A informação atual aponta para uma avaliação de Carlo Ancelotti sobre a possibilidade de convocá-lo apenas se estiver 100% fisicamente apto, mantendo critérios rígidos para a janela da Copa.
Condições de convocação em 2002 e 2026
- Em 2002, Felipão manteve a decisão mesmo diante da pressão pública e do auge técnico de Romário, que já era visto como referência ofensiva.
- Em 2026, a avaliação de Ancelotti reforça um padrão diferente, priorizando o estado físico de Neymar para a disputa da Copa do Mundo.
- A comparação entre os casos evidencia posicionamentos distintos de treinadores diante de grandes estrelas e do peso da preparação física para o torneio.
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