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Presidente do Vasco cobra arbitragem e se envolve em confusão com a polícia

Presidente do Vasco e diretoria se envolvem em confusão com arbitragem após empate com o Cruzeiro; polícia registra boletim de ocorrência e gás é usado no Mineirão

Pedrinho é presidente do Vasco (Foto: Fabio Giannelli/Agif/Gazeta Press)
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  • Em Itupeva? Não: no Mineirão, Vasco empatou 3 a 3 com o Cruzeiro pela sexta rodada do Brasileirão, e a cobrança da arbitragem partiu do presidente Pedrinho e da diretoria.
  • A confusão ocorreu no túnel de acesso aos vestiários, após o fim da partida, levando a intervenção da Polícia Militar de Minas Gerais com spray de pimenta.
  • Um membro da comissão técnica do Vasco foi expulso durante o jogo, após tentativa de retardar a partida.
  • De acordo com a súmula, Pedrinho dirigiu insultos ao árbitro Lucas Paulo Torezin, com dedo em riste, durante o rompe de acesso.
  • A diretoria vascaína e a equipe de arbitragem prestaram depoimento na delegacia específica do estádio; o árbitro relatou mal-estar causado pelo spray.

O presidente do Vasco da Gama, Pedrinho, e dirigentes da equipe se envolveram em confusão com a arbitragem após o empate de 3 a 3 com o Cruzeiro, neste domingo (15), no Mineirão, pela sexta rodada do Brasileirão. A discussão ocorreu no túnel de acesso aos vestiários, após a partida terminar. A Polícia Militar de Minas Gerais interveio com gás de pimenta, e houve registro de boletim de ocorrência contra dirigentes do clube carioca.

A luta entre torcedores, comissão técnica e membros da diretoria ganhou contornos de tumulto ao fim do jogo. O Vasco reclamou de lances não marcados de pênalti, enquanto o árbitro Lucas Paulo Torezin distribuía cartões aos jogadores das duas equipes. Um membro do corpo técnico vascaíno foi expulso durante a pressão no fim da partida.

Ação policial no túnel de acesso

No trajeto para a zona mista, Pedrinho aproximou-se do árbitro para cobrar as penalidades reclamadas. Seguranças do clube o contiveram, e houve empurrões entre vascaínos e escudos da Polícia de Choque. Um policial utilizou spray de pimenta para dispersar a confusão e o gás se espalhou pela área, chegando à zona mista.

O tenente-coronel Henrique Nunes explicou que o dirigente foi apontado como principal causador do tumulto verbal, mas não foi localizado no estádio para prestar depoimento. A polícia registrou o boletim de ocorrência e encaminhou parte da delegação vascaína para depoimento.

Relato oficial na súmula

A súmula oficial do duelo, a pedido do capitão Martins Ribeiro, indica que árbitros e membros da delegação vascaína foram à Delegacia de Polícia Civil do estádio para depoimento. O árbitro relatou mal-estar, tosse e ardência nos olhos após o uso do spray. As ofensas proferidas ao árbitro também constam no documento.

Como foi Cruzeiro x Vasco?

O Cruzeiro abriu o placar aos oito minutos com gol de cabeça de Christian, após assistência de Kaiki. O Vasco respondeu com oportunidade de Henrique e tiros ao gol, mas sem marcar. Na etapa final, o time carioca empatou com cabeceio de Cauan Barros após cobrança de Paulo Henrique.

A virada celeste veio em sequência rápida: Cauan Barros marcou novamente após desvio de Cunha, e o Vasco teve jogador expulso por pisão em Matheus Pereira. A equipe mineira pressionou, criou novas chances e empatou aos 41 minutos com Brenner, que desviou na jogada de William. Nos acréscimos, Japa garantiu o empate vascaíno.

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