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Empresária de Haaland elogia Leila Pereira e diz que calote não é exclusividade

Rafaela Pimenta defende Leila Pereira frente a ataques machistas e afirma que calotes no futebol não são exclusividade do Brasil

Empresária brasileira de Haaland sai em defesa de Leila Pereira: 'Se levar a sério todos os ataques por ser mulher...' (1:42)
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  • Rafaela Pimenta elogiou Leila Pereira e disse que ataques por serem mulheres precisam ser enfrentados com firmeza e ironia estratégica.
  • Em entrevista exclusiva à ESPN, a empresária brasileira destacou a postura da presidente do Palmeiras diante de ataques machistas.
  • Pimenta, de cinquenta e três anos, é uma das figuras mais poderosas do futebol e comanda a carreira de Haaland; foi incluída na Forbes 50 Over 50 Global 2026.
  • Ela afirmou que calotes não são exclusividade do Brasil, relatando situações com clubes do passado em que não recebeu pagamentos.
  • A agente citou casos no Brasil, como disputas de comissões não pagas envolvendo o Corinthians, e explicou a dificuldade de cobrar créditos no futebol.

A empresária Rafaela Pimenta, hoje reconhecida como uma das figuras mais influentes do futebol mundial, concedeu entrevista à ESPN e elogiou a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. A conversa abordou, entre pontos, ataques machistas enfrentados por mulheres no esporte e como lidar com eles no dia a dia profissional.

Pimenta, que comanda a carreira de jogadores como Erling Haaland, destacou a importância da postura de Leila Pereira diante de críticas. Ela citou o comentário da presidente sobre o avião do Palmeiras como exemplo de resposta firme, dizendo que não é necessário ceder a preconceitos para manter o foco no trabalho.

Em tom pragmático, a empresária brasileira também abriu sobre sua experiência com calotes em negociações ao longo da carreira. Ela afirmou que esse tipo de problema não é exclusivo do Brasil, lembrando casos ocorridos com clubes europeus no passado.

Segundo Pimenta, a percepção de que agentes são descartáveis após a transferência de um jogador complica a cobrança de créditos de comissões. Ela descreveu o setor como uma parte fraca do negócio, sem acesso facilitado a sistemas de cobrança, o que dificulta a recuperação de valores de contratos já fechados.

Ela avaliou que decisões sobre processar clubes são bastante complexas para não prejudicar relações comerciais futuras. Ainda assim, garantiu manter uma lista de calotes, expectativa de continuidade de casos semelhantes e a necessidade de estratégias para cobrar créditos sem inviabilizar parcerias.

A entrevista completa aborda bastidores das negociações no futebol internacional, enfatizando a realidade de profissionais que atuam em um ambiente historicamente dominado por homens e a forma como enfrentam ataques preconceituosos.

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