- Cruzeiro e Vasco ficaram no três a três no Mineirão, em Belo Horizonte, neste domingo.
- Pedrinho, presidente vascaíno, desceu para a área interna e reclamou da arbitragem; policiais usaram gás de pimenta para conter a confusão.
- O gás atingiu jogadores e imprensa, dificultando a passagem para o vestiário e levando atletas a cobrirem o rosto.
- Cauan Barros marcou dois gols pelo Vasco e foi expulso aos dez minutos do segundo tempo após pisar em Matheus Pereira.
- O Cruzeiro balançou a rede com Néiser Villarreal, Brenner e Japa, mas o empate veio nos acréscimos.
O empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco, neste domingo, no Mineirão, desencadeou uma confusão na área interna do estádio, envolvendo o presidente vascaíno Pedrinho. A disputa ocorreu após a conclusão da sexta rodada do Campeonato Brasileiro.
Pedrinho desceu para a zona mista, dirigiu-se à equipe de arbitragem liderada por Lucas Torezin e reclamou da atuação dos árbitros. A abordagem gerou tensão entre torcedores, jogadores e policiais presentes.
Conflito no Mineirão
O dirigente vascaíno foi contido, mas policiais intervieram para separar as partes. Em seguida, utilizaram gás de pimenta para controlar a situação, que afetou também membros da imprensa presente no setor.
O gás dificultou o deslocamento de atletas em direção aos vestiários, com controle momentâneo da confusão, segundo registros da imprensa. Jogadores chegaram de rosto coberto ao caminho de saída.
Na partida, o Cruzeiro chegou a abrir o placar com Christian, mas o Vasco virou com dois gols de Cauan Barros. Expulso aos 10 minutos do segundo tempo por pisão em Matheus Pereira, Barros também contribuiu para a virada vascaína.
O Cruzeiro buscou o empate até o final, ficando no 3 a 3 com gols de Néiser Villarreal e Japa, após defesa de Brenner. A arbitragem manteve o resultado, encerrando a partida de forma correspondente ao caos vivido pós-jogo.
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