- Vavá, Edvaldo Izídio Neto, conhecido como “Peito de Aço”, foi ídolo do Vasco da Gama antes de brilhar nas Copas do Mundo.
- Chegou ao Vasco ainda jovem, vindo do Sport, estreou em dois mil e cinquenta e dois e atuou até dois mil e cinquenta e oito.
- Jogou ao lado de Ademir de Menezes, Ipojucan e Pinga, tornando-se goleador de elite pela equipe cruz-maltina.
- No Vasco, disputou trezentos e setenta e cinco jogos? [Observação?] Não. Mantemos: 275 jogos disputados e 191 gols marcados; fica em sétima posição entre os maiores artilheiros do clube, com média de cerca de 0,69 gol por jogo.
- Conquistou com o Vasco o Campeonato Carioca (mil novecentos e cinquenta e dois, mil novecentos e cinquenta e seis e mil novecentos e cinquenta e oito), o Torneio Rio-São Paulo (mil novecentos e cinquenta e oito), o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer (mil novecentos e cinquenta e três) e o Torneio de Paris (mil novecentos e cinquenta e sete); integrou a seleção com dois gols na final da Copa do Mundo de mil novecentos e cinquenta e oito, e foi bicampeão mundial em mil novecentos e sessenta e dois.
Vavá, Edvaldo Izídio Neto, conhecido como Peito de Aço, é figura histórica do Vasco da Gama e do futebol brasileiro. O atacante pernambucano despontou no São Januário entre 1952 e 1958, ainda na era do Expresso da Vitória, destacando-se pela força física e finalização potente.
Chegando ao Vasco ainda jovem, vindo do Sport, Vavá rapidamente se tornou referência ofensiva ao lado de ícones como Ademir de Menezes, Ipojucan e Pinga. Seu estilo direto era decisivo em partidas importantes, e ele consolidou-se como goleador de elite.
Em 1958, após temporada de destaque pelo clube, brilhou na Copa do Mundo da Suécia, marcando dois gols na final e chamando a atenção do futebol europeu, o que levou à transferência para o Atlético de Madrid.
Números de Vavá pelo Vasco
As estatísticas mais aceitas apontam 275 jogos disputados e 191 gols marcados pela camisa cruz-maltina. Outras fontes citam 286 partidas, ou menos gols, mas o registro consolidado indica 191 gols em 275 jogos.
Panteão cruz-maltino
Com esse desempenho, Vavá figura na 7ª posição entre os maiores artilheiros da história do Vasco, atrás de Dinamite, Romário e Ademir de Menezes. Sua média fica próxima de 0,69 gol por jogo, alta para a época.
Estilo de jogo
Vavá não era driblador exuberante; sua força estava no posicionamento, no chute potente e na capacidade de finalizar em diversas situações. Expert em aproveitar rebotes, antecipar zagueiros e vencer bolas aéreas, tornou-se centroavante clássico.
Títulos com o Vasco
Durante a passagem pela Colina Histórica, Vavá conquistou o Campeonato Carioca (1952, 1956, 1958), o Torneio Rio-São Paulo (1958), o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer (1953) e o Torneio de Paris (1957), este último com vitória sobre o Real Madrid.
A explosão para o mundo
Desempenho no Vasco abriu portas para a Copa de 1958, onde marcou dois gols na final da seleção brasileira contra os anfitriões, na vitória por 5 a 2. Também foi campeão mundial em 1962, tornando-se bicampeão mundial.
Sua saída de São Januário, após a Copa de 1958, encerrou um ciclo importante, mas o legado de Vavá permaneceu. Com 191 gols em 275 partidas, ele integrou o conjunto de ídolos que ajudou a manter o Vasco competitivo nas décadas seguintes.
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