- Edu Gaspar está afastado da função de diretor global do grupo que comanda Nottingham Forest e Olympiacos há cerca de dois meses, com contrato de quatro anos.
- Há conversas para encerrar o vínculo em breve, mesmo ele exercendo pouca influência no dia a dia do grupo.
- O brasileiro quer receber pelo menos metade do que tem direito e está disposto a abrir mão dos dois anos restantes para ficar livre no mercado e buscar uma nova equipe.
- Caso saia, Edu não pensa em retornar ao Brasil; pretende seguir atuando na Europa, onde está desde 2019, quando assumiu a diretoria do Arsenal.
- No Flamengo, a ideia inicial era Edu Gaspar para substituir José Boto, mas a possibilidade depende da saída do dirigente atual, com a busca por um novo nome já em curso.
Edu Gaspar continua afastado da função de diretor global do grupo de investimentos que controla o Nottingham Forest e o Olympiacos, desde o fim do ano passado. O executiva brasileiro tem vínculo com o grupo por quatro anos, sob gestão de Evangelos Marinakis, mas vem sendo escanteado na prática.
Segundo apuração da ESPN, Gaspar deseja receber pelo menos metade do que tem direito e estaria disposto a abrir mão dos dois anos restantes do contrato para ficar livre no mercado e buscar novas oportunidades na Europa.
Caso deixe o grupo, o dirigente não pretende retornar ao Brasil, pois se identifica com o futebol europeu, onde atua desde 2019, quando assumiu a direção do Arsenal.
Essa situação envolve o Flamengo, que procura substituir José Boto na função de diretor de futebol. O presidente rubro-negro, Bap, já recebeu a indicação de Edu Gaspar por aliados próximos, mas a situação está embrionária e ainda depende de negociação com o clube.
Nesse cenário, o Flamengo teria que buscar outro nome caso a saída de Boto se confirme, especialmente após a recente saída de Filipe Luís, que aumentou a pressão sobre o cargo. A qualquer momento, novas informações devem esclarecer o caminho que a diretoria rubro-negra pretende seguir.
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