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Ary Borges cobra respeito ao futebol feminino nos EUA e no Brasil

Ary Borges cobra respeito ao futebol feminino no Brasil e vê a Copa do Mundo de 2027 como motor de mudanças, após lesões que a afastaram das Olimpíadas

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  • Ary Borges falou sobre bastidores nos EUA e cobra respeito ao futebol feminino no Brasil.
  • Ela destaca a Copa do Mundo feminina de 2027, que será realizada no Brasil, como oportunidade de ampliar o olhar do público.
  • Ary passou por lesões que a tiraram das Olimpíadas de Paris 2024 e está em recuperação para retornar à seleção no ciclo que leva à Copa de 2027.
  • Marta é apontada como referência e liderança da equipe, sendo capitã e camisa dez.
  • A jogadora afirma que deseja ver o futebol feminino brasileiro conquistar o mesmo reconhecimento que tem fora do país.

Ary Borges abriu o jogo sobre os bastidores do futebol feminino nos EUA e reforçou a necessidade de maior respeito ao esporte no Brasil. O foco está na Copa do Mundo feminina de 2027, que será sediada pelo Brasil. A jogadora vê a edição como marco para ampliar o olhar do público e impulsionar o desenvolvimento da modalidade.

Para Ary, sediar o torneio pode gerar impacto direto no futebol feminino brasileiro, abrindo espaço para visibility e investimento. Ela acredita que a realização no Brasil coloca o país no centro do mapa mundial do futebol feminino e pode acelerar mudanças estruturais.

Retorno após lesões e ciclo rumo à Copa

A meio-campista esteve afastada por lesões graves que a tiraram das convocações para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Recuperada, Ary sente-se pronta para retornar à seleção e seguir como opção para o ciclo que culmina na Copa do Mundo no Brasil.

O período fora das Olimpíadas foi emocionalmente desafiante, segundo a atleta, mas ela mantém o foco em vestir novamente a camisa da seleção e contribuir com o grupo, mantendo a ambição de voltar ao auge.

Marta como referência e liderança

A liderança dentro da equipe sempre envolve Marta, ainda referência histórica do futebol feminino brasileiro. Ary destaca a importância da capitã, da camisa 10, como pilar do grupo em campo e fora dele.

Ainda sem confirmação sobre a participação de Marta na Copa de 2027, Ary ressalta o peso da liderança da jogadora e reconhece o papel dela na construção do time, tanto dentro quanto fora de campo.

Olhar para o futuro e reconhecimento

Entre a experiência internacional e o desejo de evoluir no Brasil, Ary Borges segue em alta performance. Ela mira o retorno à seleção com foco no ciclo que leva à Copa no Brasil, buscando ampliar o reconhecimento do futebol feminino nacional.

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