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Michel Bastos analisa chegada de Roger Machado ao São Paulo

Michel Bastos analisa a chegada de Roger Machado ao São Paulo e questiona se o discurso realista sobre as limitações financeiras influenciou a saída de Crespo

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  • Michel Bastos analisa a troca de técnico do São Paulo: saída de Crespo e chegada de Roger Machado.
  • Torcida pode ter preferido Filipe Luís, segundo Bastos, por o clube viver momento diferente.
  • Bastos diz ter trabalhado com Roger no Palmeiras e o descreve como treinador que gosta de equipe organizada.
  • A resistência da torcida a Roger é compreensível, devido aos resultados de Roger no Internacional, onde lutou para não cair no Brasileirão.
  • Sobre Crespo, Bastos comenta o discurso realista sobre as limitações financeiras do clube e compara com grandes investimentos de Palmeiras e Flamengo, questionando se a sinceridade é problema ou se a diretoria espera mais.

Michel Bastos analisa a mudança no comando técnico do São Paulo: saída de Crespo e chegada de Roger Machado. O ex-jogador enfatiza que a transição ocorreu em meio a críticas de parte da torcida e de especialistas, refletindo o momento do clube.

Bastos afirma que a torcida pode ter preferido outro nome, sugerindo Filipe Luís como possibilidade. Ele lembra ter trabalhado com Roger no Palmeiras e descreve o técnico como alguém que prioriza organização e regularidade no dia a dia.

O comentário do ex-jogador também aborda o histórico recente de Roger no Inter, onde houve luta para evitar queda no Brasileirão na temporada anterior. Segundo Bastos, o São Paulo enfrenta realidade diferente, com necessidades distintas de elenco e planejamento.

Discurso realista de Crespo

Bastos destaca uma possível motivação para a saída de Crespo: o argentino teria adotado um tom mais realista sobre as limitações financeiras do São Paulo, ao contrário de rivais que investem pesado. O ex-jogador compara com Palmeiras e Flamengo, citando contratações de alto valor realizados por eles.

Ele questiona se dizer a verdade sobre o orçamento seria um erro ou apenas um reflexo da situação financeira do clube. A comparação envolve exemplos de contratações de destaque em outras equipes do futebol brasileiro.

Ainda assim, Bastos reforça que não cabe julgar Roger antes da realização do trabalho. O ex-jogador aponta que o São Paulo tem elenco relevante, mas avalia que isso pode não atender às expectativas da diretoria caso o discurso de orçamento seja fortemente contestado pela atuação da equipe.

O jornalista mantém o tom informativo, sem fazer previsões. A expectativa é de acompanhamento dos próximos passos do clube, com atenção aos resultados em campo e à adaptação do técnico ao ambiente do São Paulo.

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