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Corinthians enfrenta dilema: manter Dorival ou vender André para quitar dívidas

Corinthians prioriza quitar dívida acima de R$ 2 bilhões; venda de André por valores acima de €18 milhões é vista como saída necessária para equilíbrio financeiro

Dorival Júnior na Neo Química Arena em Corinthians x Palmeiras, pela penúltima rodada da primeira fase do Paulistão 2026
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  • Dorival Júnior ficou contrariado com a chance de perder o volante André, que tem proposta do Milan.
  • Após a derrota para o Novorizontino, o treinador chegou a falar em deixar o clube caso o atleta saia.
  • O Corinthians considera que o dinheiro da venda não será suficiente para reposição e para quitar dívidas de curto prazo.
  • A equipe está medida a buscar vender André por valores próximos ou acima de 18 milhões de euros para pagar dívidas, que passam de 2 bilhões de reais.
  • A diretoria aponta a venda como opção para quitar dívidas, manter a saúde financeira e viabilizar um time competitivo para buscar títulos.

Dorival Jr., técnico do Corinthians, reagiu à possibilidade de perder o volante André, alvo do Milan. A frustração veio após a eliminação para o Novorizontino e ele afirmou estar atento a tudo o que envolve a lista de opções do clube.

O Corinthians recebeu uma proposta de 18 milhões de euros pelo jogador, conforme apurações de veículos esportivos. A diretoria entende que o montante é insuficiente frente à necessidade de quitar dívidas de curto prazo.

A situação financeira do clube é crítica, com dívidas que passam de R$ 2 bilhões. Analistas apontam que a venda de André poderia gerar caixa imediato para manter as contas em dia, ainda que comprometa o elenco para a sequência da temporada.

Diante do cenário, a diretoria pondera manter o foco em resultados esportivos e, ao mesmo tempo, buscar um acordo que viabilize a venda pelo valor considerado justo. Dorival, por sua vez, defende a manutenção do elenco, mas não pode impedir negociações estratégicas.

A leitura interna é a de que o clube deve priorizar a saúde financeira para evitar problemas mais graves no curto prazo, ainda que isso passe pela venda de jogadores de destaque. A decisão final dependerá da avaliação entre custo, impacto esportivo e necessidade de caixa imediato.

Segundo fontes próximas, o desfecho dependerá de propostas compatíveis com o valor de mercado e do alinhamento com as metas de pagamento de dívidas do clube. O cenário aponta para uma escolha entre manter a equipe ou realizar a venda para equilíbrio financeiro.

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