- Ministério Público pediu à Justiça que Andrés Sánchez use tornozeleira eletrônica, após descumprir restrição de contato com dirigentes do Corinthians.
- Em dezembro, o ex-presidente foi proibido de manter contato com dirigentes; o secretário-geral do clube disse ter recebido ligação dele, o que motivou o novo pedido.
- O MP investiga uso do cartão corporativo do clube em mais de duzentos gastos pessoais entre 2018 e 2021, totalizando cerca de R$ 480 mil, com acusações de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário.
- Em dezembro de 2025, a Justiça rejeitou parcialmente a denúncia contra Andrés Sánchez e Roberto Gavioli, afastando as acusações de lavagem de dinheiro e crimes tributários.
- A defesa de Sánchez não respondeu até o fechamento desta matéria.
Em dezembro do ano passado, André Sanchez foi proibido de manter contato com dirigentes do Corinthians, entre outras medidas cautelares. O Ministério Público determinou novas ações após o ex-dirigente supostamente ter descumprido a restrição, quando o secretário-geral Antônio Jorge Rachid informou ter recebido uma ligação do ex-presidente.
O MP investiga Sanchez pelo uso do cartão corporativo do clube em mais de 200 gastos com fim pessoal, realizados entre 2018 e 2021, totalizando cerca de 480 mil reais. Além dele, Roberto Gavioli é acusado de apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
Em dezembro de 2025, a Justiça rejeitou parcialmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Sanchez e Gavioli, na ação sobre o uso irregular de cartões do clube. A juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro afastou as acusações de lavagem de dinheiro e de crimes tributários.
Situação no MP e na Justiça
- O Ministério Público continua acompanhando as investigações envolvendo o uso de recursos do clube.
- A defesa de Sanchez ainda não se manifestou publicamente sobre o novo pedido de medidas cautelares.
- A decisão parcial da Justiça mantém parte das acusações sob análise, sem conclusão definitiva sobre o caso.
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