- Corinthians adota a frase “Racismo é crime. Denuncie” na parte superior da gola do uniforme, com os jogadores levantando a gola até a altura da boca para ampliar a mensagem.
- A camisa ainda terá um patch da campanha “A História Preta do Corinthians”, que destaca o protagonismo negro na história do clube.
- O diretor cultural e de responsabilidade social do clube, Rafael Castilho, afirma que racismo é crime e precisa ser denunciado; a imagem busca justamente estimular esse posicionamento.
- A ação vem após ofensas racistas contra o goleiro Hugo Souza, da Corinthians, durante jogo contra a Portuguesa no domingo, 22; na terça-feira, 24, a Portuguesa baniu torcedores envolvidos.
- A iniciativa quer mobilizar atletas, clubes, marcas e torcedores a construir um ambiente mais justo e igualitário no esporte.
O Corinthians adotou o lema Racismo é crime na vestimenta de jogo, após o goleiro Hugo Souza sofrer ofensas racistas de torcedores da Portuguesa no último domingo. A ação ocorreu durante a partida envolvendo as equipes e busca ampliar o combate ao preconceito no esporte.
A ideia central é manter a mensagem na parte superior da gola da camisa, com a gola erguida até a altura da boca para evidenciar o gesto contra a discriminação. Além disso, o uniforme trazá um patch da campanha A História Preta do Corinthians, que destaca o protagonismo negro na história do clube.
Posicionamento do clube
O clube afirma que nasceu do povo e representa torcedores de diversas origens, reiterando que racismo é crime e deve ser denunciado. A iniciativa aponta para um chamamento a atletas, clubes, marcas e torcedores para assumir um papel ativo na construção de um ambiente mais justo.
Medidas tomadas pela Portuguesa
Na última terça-feira, a Portuguesa decidiu banir do quadro de sócios os torcedores que fizeram as ofensas verbais contra Hugo Souza, logo após a classificação do Corinthians nos pênaltis, com defesa decisiva do goleiro. O episódio gerou repercussão entre torcidas e entidades do futebol.
Contexto recente do jogo
O episódio ocorreu após a classificação do Timão nos pênaltis, em que Hugo Souza defendeu cobrança decisiva, fortalecendo a narrativa de resistência contra a discriminação. Vídeos que registraram os ataques foram veiculados pela imprensa regional, ampliando o debate sobre sanções e políticas de combate ao racismo no futebol.
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