- O presidente do Barcelona, Joan Laporta, lançou o livro Foi Assim que Salvamos o Barça, com a sua versão sobre os cinco anos de gestão e o retorno de Lionel Messi.
- Messi deixou o Barcelona em agosto de 2021 por não conseguir cumprir as regras do Fair Play Financeiro da La Liga (La Liga).
- Laporta afirma que enviou uma minuta de contrato para Messi, mas ele não respondeu de imediato e acabou optando por seguir para o Paris Saint‑Germain.
- O craque acabou decidindo atuar pelo Inter Miami, segundo o relato, para evitar grande pressão e manter mais tranquilidade.
- O livro detalha negociações frustradas de renovação em 2021, com propostas consideradas excessivamente exigentes pelo estafe de Messi e pela La Liga, que chegou a impedir uma solução alternativa envolvendo direitos de transmissão via um fundo de televisão (CVC).
Em o que é descrito no livro, Joan Laporta, presidente do Barcelona, apresenta sua visão sobre os bastidores dos últimos anos do clube. O lançamento ocorreu nesta terça-feira (24) e detalha como Messi recusou retornar ao Barça após deixar o clube.
Segundo o relato, Messi deixou o Barcelona em agosto de 2021 após o clube não cumprir regras do Fair Play Financeiro da La Liga. O astro foi para o Paris Saint-Germain, onde houve grande especulação sobre um possível retorno ao Camp Nou.
Conflito na negociação e a recusa
Laporta afirma que houve uma reunião na casa do presidente, com a preparação de uma minuta de contrato que não teve resposta de Messi. A informação aponta que, semanas depois, o atacante decidiu seguir para o Inter Miami, buscando menos pressão.
Diálogo com a equipe de Messi e obstáculos
No livro, o mandatário sustenta que a equipe de Messi foi exigente na renovação de 2021, enquanto o entorno do jogador apresentava resistência. A versão de Laporta aponta ainda a tentativa de uma solução alternativa envolvendo um contrato de longa duração com direito de empréstimo a clubes da MLS, que não foi aceita.
Contribuição de fôlego financeiro e impasse com a La Liga
Segundo o relato, surgiu a ideia de contornar regras com um acordo de venda de direitos de transmissão por 50 anos via um fundo chamado CVC. A La Liga, contudo, proibiu a operação, exigindo que o clube assinasse um acordo diferente para regularizar a situação.
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