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Ex-CEO do São Paulo pode ser excluído do quadro social após escândalo

Comissão Disciplinar analisa exclusão do ex-CEO do São Paulo, após escândalo de camarotes, com indícios de condutas indevidas que podem configurar gestão irregular

Márcio Carlomagno, superintendente geral do São Paulo
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  • A Comissão Disciplinar do São Paulo analisa a possibilidade de exclusão do ex-CEO Carlomagno e envolve outros membros em representação baseada em uma conversa de 44 minutos entre Rita de Cássia Adriana Prado, Douglas Schwartzmann e Mara Casares.
  • O conteúdo da conversa é visto como indicativo de condutas indevidas e potencialmente criminosas, com dano estimado ao clube superior a R$ 130 mil em um único dia.
  • A peça sustenta violação à Lei do Profut (Lei nº 13.155/2015) e pode levar à penalidade de eliminação, conforme o estatuto do clube.
  • A sindicância interna aponta atuação conjunta dos envolvidos, movida por interesses pessoais em detrimento do São Paulo, com indícios de negociação e venda de pacotes não autorizados, com valores definidos.
  • Casares renunciou ao cargo há pouco mais de um mês, seguida de Carlomagno, que era visto como braço direito do ex-presidente e possível nome para a sucessão; não houve indicação de substituição clara para o cargo.

Após o escândalo envolvendo camarotes, o ex-CEO do São Paulo pode ser afastado do quadro social. A notícia foi antecipada pelo UOL e confirmada pelo Lance!. A Comissão Disciplinar do clube vai julgar o caso, com base em um documento elaborado por conselheiros.

A representação que será analisada pelo Conselho Deliberativo envolve uma conversa de 44 minutos entre Rita de Cássia Adriana Prado, conhecida como Rita, Douglas Schwartzmann, ex-diretor adjunto da base, e Mara Casares, ex-esposa de Casares e diretora feminina de evento. Trechos ligariam Carlomagno a Schwartzmann.

Segundo o documento, o diálogo apontaria condutas indevidas e possível crime, com enriquecimento pessoal em detrimento do clube. O episódio teria gerado prejuízo superior a R$ 130 mil em um único dia, abrindo caminho para uma possível penalidade de eliminação com base na Lei do Profut.

Investigação interna

A sindicância do clube, conduzida pelo Departamento de Compliance, aponta indícios de atuação conjunta entre os envolvidos, movidos por interesses próprios em detrimento da instituição.

O Relatório Preliminar de Apuração Interna afirma que, mesmo com a alegação de proibição da comercialização, havia evidências de negociação e venda de pacotes de espaço, ingressos e serviços, com valores pré-definidos.

Ainda segundo o documento, apesar da sensibilidade do caso, nenhum dos citados acionou o Compliance nem adotou providências para apurar os fatos, o que reforça a base para o pedido de exclusão conforme o estatuto.

Carlomagno deixou o cargo após a renúncia de Casares, ocorrida há pouco mais de um mês. Na gestão de Casares, ele era visto como braço direito e atuava como superintendente de gestão, integrando o trabalho ao Departamento de Futebol.

Internamente, Carlomagno era apontado como um dos nomes fortes para eventual sucessão de Casares nas eleições presidenciais previstas para este ano. Não houve movimentação para consolidar uma substituição direta nesse cargo, segundo o Lance!.

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