- Dani Bolt, ex-Fluminense, atua no Qarabag e participa pela primeira vez da Champions, enfrentando o Newcastle nesta terça em jogo de mata-mata.
- O Qarabag, que vive situação de refugiado de guerra desde 1993, tem sede em Baku e disputa os playoffs para as oitavas de final, após alcançar fases anteriores inusitadamente.
- O time sofreu 6 a 1 no jogo de ida em casa, mas o elenco é elogiado pela humildade e pelo espírito coletivo, visando crescer a cada partida.
- O apelido “Bolt” veio do jogador por sua velocidade; ele também destacou a adaptação positiva ao país e ao ambiente do clube.
- Para avançar, o Qarabag precisa vencer por mais de cinco gols ou empatar para levar a decisão aos pênaltis, em partida que ocorre nesta terça.
Dani Bolt, atacante de origem brasileira, atua pelo Qarabag há menos de um ano e já faz parte de um momento histórico do clube. O Qarabag disputava os playoffs da Champions League, após eliminar grandes equipes e chegar aos mata-matos pela primeira vez na história. O jogo de ida terminou com derrota por 6 a 1, diante do Newcastle, mas o lateral destacou a humildade e o espírito coletivo do elenco.
O jogador, que chegou ao Qarabag em julho passado, tem passagem pela base do Fluminense e já passou por equipes como Athletico-PR, Vitória e Juventude. O apelido Bolt, herdado da velocidade, ganhou visibilidade durante a apresentação do elenco no Azerbaijão e se manteve como marca do jogador.
Adaptação e contexto do Qarabag
A equipe, que tem sede em Baku desde 1993, atua como refugiada de guerra desde a origem do clube em Aghdam. O elenco vive a peculiaridade de representar o país em competições internacionais enquanto enfrenta dificuldades logísticas e políticas, mantendo foco na performance em campo.
Bolt afirma que o ambiente interno do time é positivo e que a adaptação ao país tem sido tranquila, com apoio da torcida e da diretoria. O contrato do jogador vai até junho de 2028, reforçando a continuidade no projeto esportivo.
O que vem pela frente
Nesta terça, o Qarabag precisa vencer por mais de cinco gols para evitar a eliminação ou assegurar a vaga por pênaltis. O desafio é encarar uma equipe de grande tradição europeia, com histórico recente de sucesso no torneio.
O lateral enfatizou a necessidade de manter o foco no que é controlável e seguir evoluindo jogo a jogo. A missão permanece clara: maximizar o desempenho ao longo dos 90 minutos e buscar o resultado que permita avançar no mata-mata.
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