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Empresas de jogos de azar sem licença podem ser proibidas de patrocinar clubes

Governo avalia banimento total a operadores de jogos de azar sem licença, diante de controvérsias e impacto em patrocínios da Premier League

Everton football shirt with Stake.com logo.
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  • Governos no Reino Unido avalia banir totalmente operadoras de jogo não licenciadas, ampliando o debate após casos de vinculação a clubes e controvérsias regulatórias.
  • Clubes da Premier League já concordaram em encerrar patrocínios de jogos na frente das camisas a partir da próxima temporada, mas patrocínios em mangas ainda podem existir.
  • Everton, Fulham e Wolverhampton Wanderers aparecem entre os clubes com logos de casas de apostas não licenciadas, embora o acordo do Everton com a Stake tenha virado tema de controvérsia.
  • Stake, apesar de ter deixado de possuir licença britânica, continua patrocinando o Everton; a empresa já enfrentou investigações relacionadas a promoções de apostas e uso de criptomoedas.
  • A saída da TGP Europe, veículo de várias patrocinadoras da Premier League, deixou sem licença as operadoras estrangeiras que buscam acordos no Reino Unido, fortalecendo a possibilidade de banir patrocinadores não licenciados.

Unlicensed gambling firms podem ser proibidas de patrocinar clubes da Premier League, conforme discussão em curso. A medida ocorre após casos envolvendo conteúdo pornográfico, falhas em regras de anti-money laundering e ligações com crime organizado.

Clubes de primeira linha já comprometeram não manter patrocínios de jogos na parte frontal das camisas a partir da próxima temporada, incluindo times com licença. No entanto, a restrição não se aplica aos ombros das camisas nem a outros acordos comerciais.

Essa ação voluntária deixa espaço para operadoras sem licença britânica continuarem associadas ao campeonato, desde que não ofereçam serviços a consumidores do Reino Unido. O governo, porém, está estudando a implementação de uma proibição total para operadores não licenciados.

A ministra da cultura, Lisa Nandy, afirmou que não é adequado que patrocinadores não licenciados elevem o perfil de clubes sem atender aos padrões regulatórios. O governo já sinalizou que está consultando a medida de proibição total.

Entre os casos mais discutidos está o acordo do Everton com a Stake.com, avaliado em cerca de £10 milhões por ano. A relação ganhou contornos complexos após controvérsias envolvendo criptomoedas e promoções de risco.

A Stake enfrentou questionamentos de autoridades em 2022, quando surgiram dúvidas sobre pagamentos com criptomoedas. Em resposta, o clube pediu que a marca não fosse mais usada em determinadas promoções.

A operadora encerrou a licença no ano passado, após investigação da Gambling Commission sobre promoções em redes sociais e parcerias de risco com conteúdo adulto. Mesmo assim, a Stake continua associada ao Everton.

Diversos operadores atuavam por meio de TGP Europe, fornecedor de marcas white label, que facilitava patrocínios voltados a clientes estrangeiros. A empresa deixou o mercado britânico após multa de £3,3 milhões por falhas em controles de AML.

Com o encerramento da atuação da TGP, nenhum dos patrocinadores internacionais possui licença para operar na Grã-Bretanha. A regulamentação separa a Irlanda do Norte. Um ban total a patrocínios de operadores estrangeiros impediria patrocínios de manga e outras parcerias.

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