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Allianz prevê mais de 40 shows em 2026; VP avalia equilíbrio com o futebol

Allianz Parque projeta 48 shows em 2026 e discute o equilíbrio entre eventos e futebol, destacando impacto econômico para São Paulo

Allianz Parque recebeu cerca de 48 mil pessoas no show do Soweto, do cantor Belo, na noite anterior (20)
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  • Allianz Parque projeta cerca de 48 shows em 2026, mantendo a média de anos recentes de aproximadamente quarenta a quarenta e poucos eventos (2024 com 48; 2025 com 34).
  • Marcelo Frazão, vice‑presidente da WTorre, afirmou que a agenda musical ajuda a manter o equilíbrio com o calendário do Palmeiras e gera impacto econômico na cidade de São Paulo.
  • São Paulo é visto como hub principal para turismo de turnês na América Latina, com datas na cidade influenciando programs de outras cidades.
  • O estádio se consolidou como rota de turnês internacionais na América Latina, com público maior do que o triplo do segundo colocado em rankings anuais.
  • O modelo de compartilhamento de receitas entre WTorre e Palmeiras envolve patrocínio, camarotes e receitas de alimentação e bebidas, beneficiando ambas as partes conforme o faturamento cresce.

O Allianz Parque pode ampliar a sua agenda musical para cerca de 48 shows em 2026. A projeção foi apresentada por Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, em entrevista ao programa CNN Esportes S/A neste domingo. A entrevista também abordou o equilíbrio entre eventos e partidas do Palmeiras.

Frazão explicou que, nos últimos anos, o estádio tem mantido um volume relevante de apresentações. Em 2024 foram 48 shows; 2025 teve 34. Com isso, a média tende a ficar em torno de 40 apresentações por ano, com a estimativa de chegar a 48 em 2026.

Para ele, cada evento movimenta diferentes setores da economia local e reforça o papel da arena como motor financeiro da cidade. O espaço é visto como hub para turnês internacionais da América Latina, com São Paulo centralizando o agendamento.

Impacto econômico e logística

Segundo o executivo, a posição estratégica de São Paulo facilita a organização de turnês. A arena ocupa posição de destaque entre os palcos da região, gerando fluxo de público e renda para comércios próximos.

O estádio também aparece como rota principal para agendas internacionais na América Latina, fortalecendo o papel da cidade no turismo ligado a grandes eventos. Dados citados indicam liderança regional em públicos para shows.

Compartilhamento com o futebol

Durante a entrevista, Frazão detalhou o modelo de uso compartilhado entre shows e partidas do Palmeiras. Com mais eventos relevantes, aumenta-se o patrocínio, o valor de camarotes e a venda de alimentos e bebidas, gerando repasses ao clube.

Ele ressaltou que a relação entre WTorre e Palmeiras se baseia em um alinhamento de interesses econômicos. A prática tem reduzido conflitos operacionais entre as partes e se mostra eficiente para a gestão da arena.

O executivo destacou ainda que o formato atual beneficia as duas partes, ampliando receitas e fortalecendo o ecossistema de negócios ao redor do Allianz Parque. A visão é de continuidade do modelo com crescimento da demanda de shows.

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