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Riquelme, ídolo do Boca, assume presidência e enfrenta resultados decepcionantes

Riquelme, ídolo que virou presidente do Boca, aposta em melhorias na Bombonera e no centro de treinos, mas o time não conquista título há três anos

Craque e ídolo máximo do Boca, Riquelme tornou-se um presidente que fracassa no futebol
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  • Juan Román Riquelme, ídolo do Boca Juniors, tornou-se presidente há cerca de três anos; o clube venceu títulos nacionais, mas não conquista títulos internacionais nesse período.
  • Na gestão, houve renovação da Bombonera e investimentos no centro de treinamentos em Ezeiza, além de elogios à base do clube, considerada a segunda mais produtiva do mundo pelo CIES em 2024.
  • O desempenho em campo ves a envolver eliminações e fases anteriores de competições, com técnico trocado diversas vezes e atual treinador interino, Cláudio Úbeda, após derrota recente.
  • A diretoria manteve controle centralizado sobre o futebol, criou e depois dissolveu o Conselho de Futebol, mantendo ligação estreita entre Riquelme e as decisões esportivas.
  • Politicamente, o Boca elegeu Riquelme em 2023 com quase trinta mil votos; o duelo com a oposição, incluindo Mauricio Macri e aliados, reflete a influência política sobre o clube.

O Boca Juniors viu Riquelme no comando há duas temporadas, com avanços estruturais, mas o time patina em campo. O último título foi há três anos, e a performance em competições internacionais não empolga.

Na gestão, o ex-jogador consolidou mudanças no planejamento esportivo, administrativo e social do clube, buscando um Boca mais sólido fora das quatro linhas. A operação envolve o futebol profissional e o desenvolvimento de base.

O processo inclui investimentos na Bombonera, com projeto de ampliação para cerca de 80 mil lugares, e na área de treinamento em Ezeiza, o Boca Predio, referência de estrutura desde 2021.

A base do clube também recebe atenção. Em 2024, a base foi classificada pelo CIES como a segunda produtiva do mundo, com 93 atletas em ligas de alto nível. O impacto é observado no elenco e nas categorias de formação.

Na esfera esportiva, a gestão herdou uma sequência de técnicos que somam altos índices de instabilidade. O treinador Diego Martínez foi contratado em 2023, mas demissões se seguiram após eliminações e maus resultados.

O momento recente mostra o Boca na sétima posição do campeonato, com duas vitórias em cinco jogos, entrando em campo contra o Racing. A torcida espera evolução, diante do histórico equilíbrio entre conquistas e críticas à gestão.

Em paralelo, a relação entre diretoria e elenco permanece sob escrutínio. Riquelme, que também acumula funções no futebol, já teve decisões contestadas por contornos internos e pela necessidade de resultados mais consistentes.

Com base histórica, o Boca mantém foco em mudanças contínuas para recuperar o ritmo competitivo. A atual temporada evidencia o desafio de alinhar projeto institucional com desempenho esportivo em campo.

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