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Por que a largada se tornou ponto de preocupação na F1 neste ano

Unidades de potência de 2026 sem MGU-H e limite de 50 km/h elevam tempo de preparação da largada, causando atraso inicial nas primeiras curvas

Max Verstappen no terceiro dia de testes da F1 no Bahrein — Foto: Erica Hideshima
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  • As sessões de treino no Bahrein de 2026 mostraram preocupação com a largada, devido às mudanças no regulamento e na potência dos carros.
  • O novo desenho de potência, com metade elétrica e metade a combustão, além do fim do MGU-H, significa que o MGU-K só pode usar energia a partir de 50 km/h, ampliando o tempo para alcançar a janela ideal do turbo.
  • Sem a ajuda do MGU-H, a saída exige maior elevação da rotação do motor a combustão, o que pode atrasar a largada, principalmente para carros que ficam atrás na fila de alinhamento.
  • Nos treinos, alguns pilotos sinalizaram que a largada ainda pode evoluir, com mais equipes tentando partir com potência máxima em simulações recentes, apesar de ainda não chegar ao cenário ideal.
  • Pontos sobre a dificuldade de ultrapassagens com 2026 foram citados, tornando a largada ainda mais crucial; dirigentes e equipes discutem ajustar procedimentos com a FIA para melhorar a segurança e a atratividade da prova.

A largada continua sendo assunto central para a F1 em 2026. Após os primeiros testes no Bahrein, preocupa-se com o tempo que os carros levam para alcançar as condições ideais de arrancada, com ênfase nas novas unidades de potência.

As mudanças regulatórias reduzem a ajuda do motor elétrico e eliminam o MGU-H, deixando a energia disponível apenas a partir de 50 km/h via MGU-K. A consequência prática é exigir maior giro da combustão para acionar o turbo.

No Bahrein, pilotos destacaram que o alinhamento de 22º lugar pode perder tempo de preparo, prolongando os primeiros segundos de largada. Simulações mostraram motores em alta RPM por mais tempo, elevando o tempo entre o acionamento do pedal e a resposta.

Durante os testes, houve ajustes: alguns pilotos não exploraram ao máximo a potência. A Ferrari mostrou avanço, junto a velocidades elevadas, enquanto a Mercedes e outras equipes buscaram soluções para a largada mais rápida.

Gabriel Bortoleto destacou, em entrevista ao ge.globo, que ultrapassagens podem ficar mais difíceis com os carros de 2026, tornando a largada decisiva para o desempenho inicial na prova. A etapa de Melbourne tende a atrair atenção especial.

Andrea Stella, chefe da McLaren, afirmou que as equipes trabalharão com a FIA para esclarecer o regulamento e aperfeiçoar procedimentos, visando melhorar a segurança e a atratividade do esporte. A evolução depende de ajustes em breve.

A expectativa é de que as próximas semanas tragam melhorias nas largadas, ajudando a clarear regras e procedimentos. O foco permanece na prova de Melbourne, onde a largada pode definir favoritos e surpresas.

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