- O Fluminense de Zubeldía manteve identidade de jogo com ajustes que elevam o desempenho em 2026: 83% no Carioca e 77% no Brasileirão, com vitórias sobre Flamengo e Botafogo.
- Hoje o time atua em um 4-4-2 tradicional, com linha compacta e pressão alta mais consistente, especialmente pela dupla de ataque Lucho Acosta e John Kennedy.
- A ideia é começar a defender, com gatilhos na saída adversária, recuperar a bola no campo adversário e forçar o chutão para retomar a posse.
- O sustento ofensivo ganha variação: Otávio e Ganso criam o jogo por dentro, Arana cruza e finaliza, enquanto Lucho Acosta aparece como falso nove para abrir espaço entrelinhas.
- A Taça Guanabara serviu para testar o elenco, com saídas por empréstimo anunciadas e a disputa pela posição de centroavante, hoje com JK em campo e Cano em recuperação.
O Fluminense, comandado por Zubeldía, apresenta neste início de 2026 um modelo de jogo claro: manter a identidade mesmo oscilando caminhos. Em seis rodadas, o clube soma 83% de aproveitamento no Carioca e 77% no Brasileirão, com vitórias sobre Flamengo e Botafogo.
A grande evolução está na relação sem bola. O time atua em um 4-4-2 tradicional, com linha compacta e pressão alta mais constante. Lucho Acosta e John Kennedy trocam de posição para iniciar o ataque já defendendo.
A nova leitura de jogo envolve perder-pressionar com mais organização. A dificuldade de perder a bola reduz; a equipe busca sufocar por alguns segundos, protegendo o meio e multiplicando opções no terço final.
Taça Guanabara: peneira e testes
Com bola, o Flu alterna construção curta e jogo vertical. Otávio arrisca passes profundos, Ganso atua como 10 e Arana amplia a amplitude pelas pontas. A soma de opções aponta para versatilidade ofensiva.
O torneio também serviu para avaliar o elenco. Jemmes e Arana mostraram evolução, enquanto saídas por empréstimo (Lelê, Keno, Everaldo, Lima) indicam ajuste de grupo. A vaga de center-forward está com JK, enquanto Cano se recupera.
Olho no próximo estágio
A depender dos resultados, o Flu segue testando saídas rápidas e reposicionamento para manter controle da bola. Com Cano de volta, a tendência é ampliar as possibilidades de ataque, sem abrir mão da solidez defensiva.
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