- Roberto Rosetti, chefe de arbitragem da Uefa, afirmou que o VAR se tornou muito microscópico ao revisar lances.
- Ele disse que a tecnologia funciona bem em decisões factuais, mas é mais difícil em interpretações subjetivas, lembrando a importância dos “erros claros e óbvios”.
- A média de revisões por jogo no Champions League desta temporada chegou a 0,36, a mais alta desde a implementação do VAR em 2019.
- Rosetti não comentou sobre a comparação com a Premier League em respeito a Howard Webb, mas ressaltou que a imprensa exerce pressão por mais intervenções.
- Para o fim da temporada, o dirigente defendeu discutir o tema novamente e evitar intervenções microscópicas do VAR.
Roberto Rosetti, chefe de arbitragem da Uefa, criticou a atuação do VAR, dizendo que o sistema se tornou muito microscópico ao buscar erros de arbitragem. O comentário foi feito em entrevista coletiva, avaliando quase uma década de uso da tecnologia no futebol mundial.
O dirigente europeu destacou que o VAR funciona bem em decisões factuais, mas enfrenta dificuldades em interpretações subjetivas. Segundo ele, a ideia original era priorizar erros claros e óbvios, e não intervenções contínuas em lances complexos.
Rosetti apontou ainda a revisão de lances em câmera lenta como um dos grandes problemas, citando que a Champions League desta temporada registrou uma média de 0,36 revisões por jogo, o maior índice desde a implementação do VAR em 2019.
Dados e contexto
Ao ser questionado sobre comparação com a Premier League, o dirigente preferiu não comentar para evitar transgressões com o colega da Inglaterra. Ele ressaltou que a imprensa exerce influência ao cobrar mais intervenções do VAR.
Segundo o dirigente, a pressão pública sobre o VAR não pode se sobrepor à qualidade das decisões. O objetivo, para a temporada, é retomar o foco em decisões mais objetivas e discutir melhorias em reuniões técnicas.
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