- Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, falou em entrevista ao portal As, da Espanha, sendo favorável às SAFs desde que haja regulamentação.
- Ele explicou que a SAF pode ajudar clubes com dívidas, desde que haja controle das obrigações e responsabilidade financeira.
- Citou o Botafogo como exemplo de distorção, afirmando que a SAF pode piorar a situação se não houver cumprimento de obrigações e citou a dívida estimada em cerca de 100 milhões de euros.
- Defendeu punição esportiva para SAFs que não cumpram com as obrigações, como dedução de pontos, para evitar problemas financeiros a longo prazo.
- Afirma que o Flamengo não será SAF, comparando-se a clubes como o Real Madrid que não precisam adotar esse modelo.
Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, concedeu entrevista ao portal As, da Espanha, e aproveitou para analisar o momento financeiro do Botafogo. O tema principal foi o modelo de SAF no futebol brasileiro.
Bap mostrou apoio às Sociedades Anônimas de Futebol, desde que haja regulamentação adequada. Ele afirmou que a SAF pode ajudar clubes com gestão de dívidas, desde que haja responsabilidade financeira.
O dirigente afirmou que, no caso do Botafogo, houve distorção do conceito de SAF. Segundo ele, alguém pode adquirir o clube com dívidas e aumentar o endividamento sem sanções adequadas.
Regulação e punições para SAFs
Bap defendeu que haja punição esportiva e financeira para SAFs que não cumpram obrigações. Pontos a deduzir e regulamentos rigorosos seriam necessários para evitar problemas a longo prazo.
Ele citou que o Flamengo não pretende se tornar SAF, mantendo o modelo tradicional. O presidente ressaltou que o clube não deve adotar esse formato.
Contexto envolvendo o Botafogo
O Botafogo, administrado pelo empresário John Textor, enfrentou impedimento para registrar novos jogadores. A medida ocorreu após a FIFA aplicar um transfer ban relacionado à compra do meia Thiago Almada.
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