- A CBF criou um grupo de trabalho para debater e reestruturar as categorias de base no Brasil, com foco em aprimorar a formação de atletas e apresentar sugestões legislativas e institucionais.
- O GT será presidido por Felipe Diego Barbosa Silva, presidente em exercício da Federação de Futebol do Rio Grande do Norte, e terá Helder Melillo como relator, diretor executivo da CBF.
- Composição inclui representantes de federações estaduais, clubes, especialistas em formação esportiva e educação, além de consultores técnicos independentes.
- Objetivos: diagnosticar competições, estruturas, modelos de formação e condições atuais; reorganizar calendário, faixas etárias e regulamentos das base; estabelecer critérios mínimos de infraestrutura e qualificação técnica.
- O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou a intenção de criar um ambiente mais seguro, organizado e eficiente para a formação de crianças e adolescentes, fortalecendo a qualidade do processo formativo no país.
A CBF criou um grupo de trabalho para debater e reestruturar as categorias de base no Brasil. O objetivo é aprimorar a formação de atletas, com propostas legislativas e institucionais para proteger a formação, sustentar os clubes formadores e manter a integridade do processo formativo.
O grupo será chefiado por Felipe Diego Barbosa Silva, presidente em exercício da Federação de Futebol do Rio Grande do Norte (FNF). A relatoria ficará a cargo de Helder Melillo, diretor Executivo da CBF. Composto por federações estaduais, clubes, especialistas em formação esportiva e consultores independentes, o GT terá participação de diferentes atores do sistema.
Na portaria que autorizou o GT, o presidente da CBF, Samir Xaud, determinou três metas. Primeiro, diagnosticar competições, estruturas, modelos de formação e condições atuais de base, masculino e feminino. Em seguida, reorganizar calendário, faixas etárias e regulamentos, buscando integração entre esporte e educação. Por fim, estabelecer critérios mínimos de infraestrutura e qualificação técnica.
A CBF afirma que o objetivo é criar um ambiente mais seguro, organizado e eficiente para a formação de crianças e adolescentes, visando uma trajetória sólida no esporte e melhoria de vidas. A entidade destaca o reconhecimento internacional do talento brasileiro e aponta o grupo como passo na modernização do futebol nacional.
Críticas ao modelo de formação e à comercialização de jovens ganharam força nos últimos anos. O Flamengo tem discutido o tema, com críticas à tendência de adaptar a formação brasileira a padrões europeus. A visão é recuperar raízes do futebol nacional, valorizando a experimentação e o amadurecimento antes de avanços táticos.
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