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CBF recupera patrocinadores após debandada com Ednaldo e mira mais R$ 250 milhões

CBF recupera patrocínios e mira até R$ 250 milhões adicionais em 2026, sinal de retomada financeira após a gestão Ednaldo Rodrigues

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  • A CBF busca recuperar patrocinadores após a saída de Ednaldo Rodrigues e mira até R$ 250 milhões a mais no caixa em 2026.
  • Uber e Volkswagen já assinam contratos acima de R$ 100 milhões por ano; o iFood entrou recentemente, com logotipos da seleção na Copa.
  • A entidade pretende anunciar mais duas parceiras até o fim de fevereiro (uma nacional e outra com alcance internacional) e mais uma antes da estreia no Mundial, em 13 de junho, contra Marrocos, em Nova Jersey.
  • A retomada do patrocínio ocorre após a saída de quatro parceiros durante o desgaste político, sinalizando recuperação de confiança do mercado.
  • A gestão atual, sob Samir Xaud, aposta na credibilidade de Carlo Ancelotti para promover profissionalização e ajustes na gestão, com acordo milionário da Ambev para comerciais antes da Copa.

A CBF informou que já iniciou a recuperação de patrocínios após a saída de Ednaldo Rodrigues. O objetivo é reforçar o caixa para 2026, com aportes que podem chegar a até R$ 250 milhões. A iniciativa ocorre no período que antecede a Copa do Mundo.

Três marcas já firmaram contratos com a confederação: Uber, Volkswagen e iFood. Os acordos asseguram a exibição dos logotipos da seleção brasileira durante a Copa. A expectativa é fechar mais duas parcerias até o fim de fevereiro, uma nacional e outra com alcance internacional.

A nova fase financeira acompanha uma agenda de modernização da gestão. A CBF mira também o fair play financeiro, a implementação do impedimento semiautomático e a profissionalização da arbitragem, além de ajustes no calendário. O foco é tornar a gestão mais estável.

A relação com o técnico Carlo Ancelotti é destacada pela entidade. O italiano participa de ações de publicidade com a Ambev e aparece em eventos institucionais, reforçando a imagem de profissionalização da seleção. A gestão atual busca converter credibilidade em patrocínio.

A Copa do Mundo de 2026 é citada como gatilho para o ressurgimento comercial. O torneio abrirá em junho, com a estreia da seleção contra Marrocos em Nova Jérsei, nos Estados Unidos. A CBF trabalha para manter a presença de marcas globais no período.

Em meio a mudanças técnicas, a CBF também reforça a continuidade de sua presença no mercado publicitário. A gestão atual substituiu Ednaldo Rodrigues por Samir Xaud, buscando consolidar uma fase de profissionalização e governança mais sólida.

Fontes próximas ao processo indicam que a recuperação de patrocínios é vista como sinal de retomada de confiança no mercado. O acordo com Uber, Volkswagen e iFood já coloca a marca brasileira no centro da preparação para o Mundial, segundo apuração da ESPN.

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