- Palmeiras venceu o Corinthians por 1 a 0 na Neo Química Arena, com Memphis Depay desperdiçando o pênalti marcado.
- Antes da cobrança, Andreas Pereira danificou a marca da cal, fato que poderia render cartão amarelo se visto pela arbitragem.
- O episódio de catimba ocorreu também em janeiro, no empate entre Milan e Genoa, pela Série A italiana.
- No duelo italiano, Pavlovic danificou a marca da cobrança; o árbitro lhe deu cartão amarelo e Stanciu pegou o pênalti, que foi batido por cima.
- Daniele De Rossi criticou a atitude, destacando que o Milan é grande clube e cobrando decisões mais duras do juiz.
O Palmeiras venceu o Corinthians por 1 a 0 na Neo Química Arena, em jogo válido pelo Campeonato Paulista. O pênalti perdido por Memphis Depay ficou marcado, em meio a uma polêmica envolvendo a chamada “catimba” antes da cobrança. Andreas Pereira danificou a marca da cal antes da cobrança, o que poderia configurar advertência caso tivesse sido visto pela arbitragem.
Depay avançou para a cobrança, escorregou e mandou para fora. O episódio gerou revolta entre torcedores e reforçou acusações de catarse de provocações entre as equipes. A direção do Palmeiras não detalhou punições, mantendo o foco no resultado esportivo.
A prática de prejudicar o local da cobrança não é inédita neste começo de 2026. No mesmo mês, Milan e Genoa ficaram no empate em 1 a 1 pela Serie A, após Pavlovic danificar a marca da cobrança. O árbitro aplicou cartão amarelo ao zagueiro sérvio.
Stanciu foi à cobrança e desperdiçou a oportunidade no Milan x Genoa, chutando por cima do gol. O episódio ocorreu no segundo tempo, com o placar ainda empatado. A atitude gerou debate entre ex-jogadores e comentaristas sobre regras e fair play.
Daniele De Rossi, ex-jogador e treinador do Genoa, criticou a ação durante a coletiva, destacando a tradição de grandeza do Milan e do San Siro. Ele afirmou que o episódio não condiz com o peso da camisa milanista e pediu maior rigor nas punições.
Segundo De Rossi, o árbitro agiu de forma correta ao advertir Pavlovic, mas defendeu que o incidente exigiria punição mais grave. O treinador italiano também ressaltou que o tempo de cobrança pode ser visto como desvantagem injusta para o time ofensivo.
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