- Giorgian De Arrascaeta disse, em entrevista no podcast 10 & Faixa, que se encaixa mais na seleção brasileira do que na uruguaia por características de jogo.
- O jogador citou o estilo defensivo da Celeste, sob o comando de Marcelo Bielsa, como dificuldade para adaptação de quem atua na sua posição.
- Arrascaeta afirmou que, no passado, sob Óscar Tabárez, o time era mais de contato físico e ida e volta, o que gerava mais sofrimento para ele.
- Convocado pela seleção uruguaia desde 2014, o meia se prepara para a terceira Copa do Mundo da carreira, em 2026, após ter ido a 2018 e 2022.
- A declaração gerou destaque ao comparar estilos entre Uruguai e Brasil e ao revelar a percepção de encaixe de seu jogo em outra seleção.
Arrascaeta voltou a chamar atenção ao falar sobre a posição dele no futebol internacional. Em entrevista ao podcast 10 & Faixa, com Diego Ribas, o meia uruguaio explicou por que percebe um encaixe maior com a seleção brasileira do que com o Uruguai. A declaração reforça a percepção de estilo entre as equipes.
O jogador citou a filosofia tática da Celeste, destacando um perfil de jogo mais defensivo e de muita luta física. Segundo Arrascaeta, esse ritmo traz dificuldades para quem atua na sua posição e, conforme o contexto era sob Bielsa, a adaptação fica ainda mais complexa. Ele admitiu a comparação com o futebol brasileiro.
Ainda na fala, o meia destacou a diferença entre os ciclos recentes da seleção uruguaia e o que ele vive pela instituição brasileira. Arrascaeta lembrou que, no passado, com Óscar Tabárez, a transição de ritmo era diferente, aumentando o desconforto com o estilo de marcação e contra-ataque.
Convocado pela seleção uruguaia desde 2014, Arrascaeta está em preparação para disputar a terceira Copa do Mundo de sua carreira, em 2026. Ele já integrou as edições de 2018 e 2022, e segue como peça importante para o técnico que orientar o time.
Contexto da declaração
A entrevista reforça a percepção de que o jogador se adapta melhor a estilos mais valorizados pela seleção brasileira, o que gera desdobramentos sobre o papel dele em jogos internacionais e sobre a identidade tática do Uruguai. A fala acena para debates sobre encaixes de perfil entre seleções sul-americanas.
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