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Thairo Arruda no Botafogo: reestruturação, glórias e conflitos

Thairo Arruda deixa o Botafogo após liderar a SAF, encerrando ciclo de reestruturação, dívidas e crise societária, com Textor fortalecendo seu papel nos bastidores

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Thairo Arruda não é mais CEO do Botafogo (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
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  • Thairo Arruda deixou o cargo de CEO da SAF do Botafogo e se despediu da operação do clube, quatro anos após chegar ao Nilton Santos.
  • Arruda liderou a reestruturação do Botafogo desde 2022, trabalhando para profissionalizar a gestão, organizar o passivo e alinhar operações com o modelo da Eagle Football, empresa de John Textor.
  • Em 2022, Arruda apresentou o Botafogo a John Textor junto com Danilo Caixeiro, levando o americano a tornar-se acionista majoritário com noventa por cento do futebol do clube.
  • Sob o novo modelo, o Botafogo teve grandes avanços: centro de treinamento moderno, estádio Nilton Santos reformado e títulos expressivos em 2024, including Libertadores e Brasileirão.
  • A saída de Arruda ocorreu em meio a conflitos com Textor sobre um empréstimo avaliado por uma parceira de Textor, especializada em recuperação de ativos, em total cenário de crise na era SAF; liminar judicial impediu mudanças societárias.

Thairo Arruda deixou o Botafogo, encerrando quatro anos à frente da operação do clube. O ex-CEO fazia parte da diretoria da SAF liderada por John Textor desde 2022, atuando como braço direito e gestor-chave do projeto de reestruturação.

A missão de Arruda foi reorganizar o clube endividado, alinhar a gestão com o modelo de multi-clubes da Eagle Football e profissionalizar áreas internas. Também ajudou a apresentar o Botafogo a Textor, viabilizando a participação americana com 90% do futebol.

O dia a dia ganhou escala com obras no Centro de Treinamento e no Estádio Nilton Santos, além de controle de gestão para avançar a longo prazo. O objetivo era devolver protagonismo ao Glorioso.

Conflito interno e saída

Conflitos com Textor, especialmente sobre um empréstimo relacionado a uma empresa de recuperação de ativos, contribuíram para a decisão de Arruda deixar o cargo. A saída ocorreu no momento de maior crise financeira da era SAF.

No fim de janeiro, Arruda se recusou a assinar a entrada de verba por considerar as condições arriscadas ao projeto. Uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro impediu mudanças societárias na SAF, evitando tensões imediatas.

A saída aumenta a percepção de fortalecimento de Textor nos bastidores do clube. Ainda não há indicação de novos passos para o projeto por parte do empresário americano, que domina a condução societária do Botafogo.

Conquistas sob o novo modelo

Mesmo com a gestão sob pressão, o Botafogo celebrou conquistas relevantes em 2024, vencendo a Libertadores e o Brasileirão com um dos melhores times de sua história. A vitória esportiva ocorreu em meio aos desafios de reorganização societária.

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