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Dorival acusa críticas desleais na seleção e comenta polêmica de pênaltis

Dorival Júnior acusa críticas desleais na seleção, afirma que quase encerrou a carreira e relembra episódio da roda de pênaltis antes de deixar o Brasil

Dorival Júnior sobre repercussão da roda pré-cobranças de pênaltis na Copa América: "Eu nunca participei de uma roda". (1:32)
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  • Dorival Júnior afirma ter sofrido críticas desleais e desumanas durante seu período à frente da seleção brasileira.
  • Ele comandou a equipe entre janeiro de 2024 e março de 2024, com aproveitamento de 58,3% (sete vitórias, sete empates e duas derrotas).
  • O tema foi discutido no Bola da Vez deste sábado (7), com Dorival e o filho Lucas Silvestre como convidados.
  • O treinador relembrou a ausência de participação em rodas de bate-papo com batedores de pênaltis, destacando que não interferia nas escolhas.
  • Logo após deixar a seleção, Dorival assinou com o Corinthians, clube em que faturou a Copa do Brasil de 2025 e a Supercopa do Brasil de 2026.

Dorival Júnior afirma que a saída da seleção brasileira quase encerrou sua carreira como treinador. Nomeado em janeiro de 2024, ele foi demitido pela CBF em março daquele ano, após um ciclo marcado por resultados variados.

A equipe teve aproveitamento de 58,3% sob o comando de Dorival, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas. Os números incluem jogos disputados em momentos de reformulação no grupo.

O tema foi abordado no Bola da Vez, que vai ao ar neste sábado, 7, às 20h30. Dorival Júnior participou do programa ao lado do filho Lucas Silvestre, que atua como seu auxiliar técnico.

Dorival relatou sentir a chateação das críticas recebidas na passagem pela seleção e disse que chegou a duvidar de si mesmo após a demissão. O filho afirmou que a família não queria que ele voltasse a trabalhar.

Segundo o treinador, houve um reforço de cobrança e da pressão pública, o que ele considerou desleal e desumano em diversos momentos. Ele destacou o impacto humano e a dificuldade de lidar com a exposição.

Polêmica de pênaltis e a escolha de não participar da roda de cobrança foram citadas como experiências marcantes. Dorival explicou que, no treinamento, não costumava definir os batedores e que preferia respeitar a preparação individual de cada atleta.

Pouco depois de deixar a seleção, Dorival Júnior assumiu o Corinthians. Hoje, ele comanda o clube com conquistas expressivas, incluindo a Copa do Brasil de 2025 e a Supercopa do Brasil de 2026.

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