- O Barcelona anunciou neste sábado que saiu oficialmente do projeto da Superliga Europeia.
- O projeto, criado em 2021, teve inicialmente 12 clubes fundadores, entre eles Barcelona e Real Madrid.
- A decisão do Barça foi comunicada sem detalhar os motivos, apenas informando que notificou a empresa responsável pela iniciativa.
- Com a saída do Barcelona, restavam, na prática, apenas o Real Madrid como defensores da ideia entre os grandes envolvidos.
- A Superliga Europeia suscitou críticas por não ter sistema de acesso e descenso e enfrentou oposição da Uefa, que influenciou mudanças na Champions League.
O Barcelona comunicou neste sábado que deixou oficialmente o projeto da Superliga Europeia, movimento que já tinha o Real Madrid entre os defensores principais. A decisão foi anunciada pela diretoria do clube.
O Barça informou que notificou a empresa criada para tentar viabilizar a competição e também comunicou aos outros clubes envolvidos. O conteúdo da nota foi curto e não detalhou os motivos da mudança de posição.
Contexto histórico da Superliga Europeia
O projeto surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19, com a participação de 12 clubes fundadores, entre eles Barcelona, Real Madrid, Atlético de Madrid, Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester United, Manchester City, Tottenham, Inter de Milão, Milan e Juventus.
Desde então, diversos clubes abandonaram a iniciativa, especialmente os ingleses, e apenas Real Madrid e Barcelona permaneceram entre os apoiadores ao longo do tempo. Novos formatos da competição já foram cogitados, mas não chegaram a avançar.
A Uefa adotou posição contrária à Superliga e chegou a ameaçar sanções aos clubes participantes. Como consequência, houve mudanças no formato da Champions League, refletindo o ceticismo sobre a viabilidade de uma liga continental por convite.
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