- Pep Guardiola afirmou que sempre se pronunciará sobre mortes de civis no mundo, em resposta às críticas da comunidade judaica de Manchester.
- Em coletiva, o treinador disse que não concorda com o que foi dito, mas respeita as opiniões, e que não se trata de declaração política ou de tomar partido.
- Ele mencionou que, em síntese, condena todos os conflitos existentes no mundo quando há civis mortos.
- Na semana passada, Guardiola fez um discurso em Barcelona em apoio às crianças palestinas, recebendo elogios e críticas.
- O Conselho Representativo da Comunidade Judaica da Grande Manchester criticou Guardiola, dizendo que ele deveria se concentrar no futebol e temeu que suas declarações incentivem antissemitismo; mencionou ainda a falta de apoio público após o ataque à sinagoga de Heaton Park em outubro de 2025.
Pep Guardiola mantém direito de se pronunciar sobre temas além do futebol. O técnico do Manchester City afirmou que sempre se manifestará quando civis sejam mortos no mundo, em resposta a críticas de representantes da comunidade judaica de Manchester.
Em entrevista coletiva, o treinador disse que não pode concordar com a ideia de que falar sobre violência seja incompatível com o papel dele, mas assegurou respeitar as opiniões divergentes. Afirmou que sua mensagem visa condenar a morte de inocentes em conflitos ao redor do mundo.
Na terça-feira, Guardiola tinha citado o que chamou de genocídio na Palestina e mencionou outras guerras ao redor do planeta, destacando a violência contra civis. O objetivo, segundo ele, era defender a vida humana, e não tomar partido político.
Na semana passada, o treinador viajou a Barcelona para apoiar crianças palestinas, movimento que gerou elogios e críticas, especialmente do Conselho Representativo Judaico da Grande Manchester. A instituição questionou o foco dele e a conveniência de suas mensagens públicas.
O Conselho Representativo Judaico da Grande Manchester também criticou Guardiola pela suposta falta de apoio público após o ataque terrorista de outubro de 2025 à sinagoga de Heaton Park, em Manchester, que deixou dois mortos.
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