Em Alta NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Casares gasta meio milhão em cartão corporativo do São Paulo

Conselho Fiscal apura gasto de meio milhão em cartão corporativo do São Paulo; devolução parcial em 2025 levanta dúvidas sobre correção e indexador usados

Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, terá gastos analisados (Foto: Eduardo Carmim/Photo Premium/Gazeta Press)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, teria gasto meio milhão de reais em cartão corporativo, com itens como lojas de grife e cabeleireiro.
  • Os gastos foram avaliados pelo Conselho Fiscal, que investiga a gestão que começou em 2021 e terminou em janeiro deste ano com a renúncia de Casares.
  • Parte desse valor foi devolvida por Casares, no segundo semestre de 2025; a fiscalização ainda não havia sido concluída até então.
  • Há dúvida sobre a correção monetária aplicada aos valores, já que não ficou claro qual indexador foi utilizado (CDI, IPCA ou outro).
  • O clube se financia a CDI mais 9 por cento ao ano; se a correção adotada divergir desse parâmetro, pode haver cobrança ou esclarecimentos formais pelo Conselho Fiscal.

Entre os gastos analisados, o São Paulo FC aponta uso de cartão corporativo para despesas da gestão que começou em 2021 e terminou em janeiro deste ano, com renúncia do então presidente. O montante total chega a cerca de meio milhão de reais, segundo o Conselho Fiscal do clube.

Lojas de grife, cabeleireiro e outras despesas de consumo figuram entre as movimentações identificadas. A apuração ocorre em meio a uma revisão que envolve toda a gestão que esteve à frente do clube nos últimos quatro anos. A apuração ainda não tem conclusão.

Parte dos valores teria sido devolvida pelo ex-presidente, segundo informações levantadas. O repasse foi registrado apenas no segundo semestre de 2025, e a fiscalização não estava em andamento na época. Não houve resposta oficial até o momento da publicação.

Forma de correção e possíveis impactos

A principal dúvida envolve a correção monetária aplicada aos valores devolvidos. O clube cobra juros, mas não há clareza sobre o indexador utilizado: CDI, IPCA ou outro parâmetro. A dívida do São Paulo é financiada a CDI mais 9% ao ano, e a correção deveria seguir esse teto de custo de capital.

Caso a taxa de correção tenha sido diferente, o tema pode gerar questionamentos internos e pedidos de esclarecimento. A depender da análise do Conselho Fiscal, podem surgir medidas formais de cobrança ou revisões no entendimento sobre os pagamentos.

Desdobramentos esperados

A investigação poderá esclarecer se houve ajuste com base no custo de captação do clube. O objetivo é entender precisamente o que foi utilizado para atualizar os valores pagos pelo uso do cartão corporativo. O clube mantém o prazo de avaliação para os próximos dias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais