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Presidente da Fifa pede reintegração da Rússia ao futebol mundial

Infantino defende retorno da Rússia ao futebol global; Ucrânia critica, aponta irresponsabilidade e teme impacto político e humano

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, em 6 de dezembro de 2025. Foto: Roberto Schmidt/AFP
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  • Gianni Infantino sinalizou apoio à volta da Rússia às competições internacionais, afirmando que a proibição não teve efeito e pode reduzir frustração e ódio, em entrevista à Sky News em 3 de dezembro de 2025.
  • A Rússia foi banida do esporte em fevereiro de 2022 devido à Guerra na Ucrânia e ficou de fora da Copa do Mundo de 2022 e das eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
  • O comitê executivo da Uefa se reúne na quarta-feira, 11, para decidir sobre a reintegração da Rússia aos torneios europeus; o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, condiciona a volta ao fim da invasão.
  • A Ucrânia reagiu criticando as declarações; o ministro do Esporte, Matvii Bidnyi, disse que são irresponsáveis e que a guerra é crime, destacando que crianças estão morrendo.
  • Nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina d’Ampezzo, a Rússia compete como Atletas Individuais Neutros (AIN); o COI exige requisitos rígidos, e há sinalizações de possível retorno para Paris 2024 e Los Angeles 2028.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, sinalizou apoio à volta da Rússia às competições internacionais de clubes e seleções. A declaração foi feita em entrevista à Sky News, em 3 de dezembro de 2025, e gerou controvérsia internacional.

A Rússia está suspensa desde fevereiro de 2022 devido à Guerra na Ucrânia. O país não disputou a Copa do Mundo do Catar e não participa das eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, marcadas para 2026 nos EUA, México e Canadá.

Infantino argumentou que a proibição não surtiu o efeito desejado e sugeriu que permitir que jovens russos joguem em outros países poderia reduzir ressentimentos. A fala ocorreu após debate sobre retorno ao cenário competitivo europeu.

Reação da Ucrânia

O governo ucraniano criticou as declarações. O ministro do Esporte, Matvii Bidnyi, classificou as falas como irresponsáveis e infantis, afirmando que a guerra continua e que o retorno do Russia afetaria crianças e atletas inocentes.

Bidnyi afirmou que a Rússia utiliza o esporte para justificar agressões e reforçou o posicionamento da Federação Ucraniana de Futebol contra o retorno às competições oficiais.

Panorama olímpico e futuro dos atletas russos

Os atletas russos podem competir como Atletas Individuais Neutros (AIN) nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, na Itália, desde que cumpram critérios do COI. Belarus também integra as sanções em vigor.

A presidenta do COI, Kirsty Coventry, sinalizou que o esporte deve permanecer neutro, sem influências políticas. Comentários sugerem um possível caminho para o retorno de russos aos Jogos de 2028, em Los Angeles, caso as condições se mantenham estáveis.

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