- Falcão foi o eixo técnico do Internacional entre 1973 e 1986, comandando o meio-campo e ajudando a tornar o clube referência nacional.
- Pelo Internacional, atuou em 392 jogos, marcando entre 75 e 76 gols, mantendo atuação ofensiva mesmo como volante ou meia-central.
- O período rendeu o tricampeonato brasileiro do Inter (1975, 1976 e 1979) e a equipe ficou invicta no Brasileiro de 1979, com Falcão sendo eleito Craque da competição e Bola de Ouro da revista Placar.
- Em 1976, marcou um gol emblemático na semifinal contra o Atlético Mineiro, após uma sequência de sete toques de cabeça que garantiu a vaga na final.
- A despedida ocorreu na final da Copa Libertadores de 1980 contra o Nacional; depois, transferiu-se para a Roma, ganhando o apelido de Rei de Roma.
Paulo Roberto Falcão é lembrado como o cérebro do Internacional, eixo técnico e símbolo de uma das equipes mais vitoriosas da história do futebol brasileiro. Entre 1973 e 1986, ele comandou o meio-campo com leitura de jogo e liderança discreta, moldando o Internacional campeão de grande parte da década.
Os números de Falcão pelo Inter refletem longevidade e protagonismo: 392 jogos disputados e cerca de 75 a 76 gols marcados. Mesmo atuando como volante ou meia-central, manteve presença ofensiva constante e foi titular durante mais de uma década, ajudando o clube a competir em todas as frentes.
Domínio nacional e tricampeonato
O auge veio com o tricampeonato brasileiro, conquistado em 1975, 1976 e 1979. No Brasileirão de 1979, o Inter venceu de forma invicta e Falcão foi eleito Craque da competição, recebendo a Bola de Ouro da Placar. O título consolidou o Inter como potência nacional.
Gol histórico e momentos marcantes
Na semifinal de 1976 contra o Atlético Mineiro, Falcão executou uma sequência de sete cabeças e finalizou de primeira aos 47 minutos do segundo tempo, assegurando a vaga na final. O lance tornou-se símbolo do estilo do jogador e da era do Inter.
Hegemonia gaúcha
No cenário estadual, Falcão liderou um período de domínio do Inter no Campeonato Gaúcho, com títulos em 1973, 1974, 1975, 1976 e 1978. O meio-campo colorado ditava o ritmo, organizava a saída de bola e definia o posicionamento da equipe.
Reconhecimento individual
Ao longo da carreira, Falcão recebeu reconhecimento nacional, incluindo as Bolas de Ouro da revista Placar em 1978 e 1979. Em 1979, atingiu a maior nota já registrada na premiação, com 9,20, destacando a atuação daquela temporada.
Despedida no Inter e trajetória internacional
A última partida pelo Internacional ocorreu na final da Copa Libertadores de 1980, contra o Nacional, com vice-campeonato. Em seguida, transferiu-se para a Roma, onde ganhou notoriedade internacional como o “Rei de Roma”. Pela Seleção Brasileira, disputou 34 partidas e marcou 7 gols, participando das Copas de 1982 e 1986. Em 1982, foi referência técnica de uma das equipes mais comentadas na história.
Títulos conquistados pelo Inter com Falcão
- Campeonato Brasileiro: 1975, 1976 e 1979
- Campeonato Gaúcho: 1973, 1974, 1975, 1976 e 1978
A passagem de Falcão pelo Inter ficou marcada como a era mais vitoriosa do clube, com liderança técnica e produção ofensiva que moldaram o futebol gaúcho e nacional.
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