- O estádio Nilton Santos, casa do Botafogo, usa gramado sintético desde o primeiro semestre de 2023 e foi anunciado como palco da World Legends Cup no evento de lançamento, em 2 de abril.
- Emerson da Rosa, ex-capitão da Seleção Brasileira, afirmou que a decisão foi bem pensada pelo vínculo com Seedorf e tende a facilitar jogos de lendas.
- A World Legends Cup tem a participação de figuras ligadas ao Botafogo e busca atrair interesse para a competição.
- Fábio comentou após Botafogo 0 x 1 Fluminense sobre as dificuldades do gramado sintético, destacando a falta de ceder da grama e a importância da adaptação às bolas de cada competição.
- O goleiro ressaltou a necessidade de preparo da equipe para atuar tanto no sintético quanto na grama natural, em diferentes torneios.
O Nilton Santos, estádio do Botafogo, passou a ter gramado sintético desde o primeiro semestre de 2023. Nesta segunda-feira, durante o evento inaugural da World Legends Cup, o palco foi oficialmente anunciado para a nova competição. A escolha gerou questionamentos sobre o uso de grama artificial no Brasil.
Emerson da Rosa, ex-capitão da Seleção Brasileira, argumentou que existe um debate global sobre o tema, mas ressaltou que o elo de Seedorf com o Botafogo pesou na decisão. Para jogos de lendas, ele mencionou que a escolha deve facilitar a organização e a logística, promovendo uma experiência mais tranquila.
Gramado sintético em debate
Depois da vitória do Fluminense sobre o Botafogo, o goleiro Fábio comentou à imprensa que a grama sintética do Nilton Santos impõe desafios de direção, pois a superfície não cede com facilidade. Ele comparou com o gramado natural, que oferece mais flexibilidade em mudanças de direção, principalmente para os goleiros.
Fábio também destacou a variação de bolas entre competições, ressaltando a necessidade de adaptação da equipe. Segundo ele, o desempenho deve ser estável tanto no sintético quanto na grama natural, independentemente de atuar em casa ou fora. A equipe precisa manter consistência para competir.
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