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Dorival comenta seleção, compara trabalho a Ancelotti e aposta em grande Copa

Dorival Júnior afirma que não houve mágoa com a seleção e que, em ambiente difícil, faria grande Copa, comparando seu trabalho ao de Ancelotti

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Dorival Júnior falou sobre a passagem pela seleção brasileira, entre janeiro de 2024 e março de 2025, em entrevista coletiva realizada na terça-feira (4) e comparou o trabalho ao de Carlo Ancelotti.
  • Em 16 jogos pela Amarelinha, foram sete vitórias, sete empates e duas derrotas; Ancelotti tem oito jogos, com quatro triunfos, dois empates e duas derrotas.
  • O treinador manteve o discurso de que faria uma grande Copa do Mundo caso tivesse continuado no cargo, destacando a necessidade de paciência para um processo de evolução.
  • Afirmou que houve impaciência generalizada e um ambiente desfavorável na CBF, inclusive com atletas e ex-companheiros, o que, segundo ele, dificultou o trabalho.
  • Disse estar grato pelo que viveu, assegurou estar inteiro e preparado e reforçou que críticas devem ser encaradas como forma de se melhorar, não de atacar.

Dorival Júnior, técnico do Corinthians, analisou sua passagem pela seleção brasileira, ocorrida entre janeiro de 2024 e março de 2025, durante uma entrevista coletiva nesta terça-feira. Ele comparou o trabalho ao realizado por Carlo Ancelotti e manteve o tom de que, se tivesse seguido na Amarelinha, poderia ter feito uma grande Copa.

Ao todo, Dorival dirigiu 16 partidas pela seleção, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas. Ancelotti, que comanda a equipe desde, contabiliza oito jogos com quatro triunfos, dois empates e duas derrotas até o momento. O treinador brasileiro rebateu críticas recebidas na época.

Dorival afirmou que não houve mágoa, mas reconheceu desconfiança em relação ao seu método, apontando que a avaliação pública foi muito pesada. Ele ressaltou que, na prática, os números estavam próximos entre os dois períodos, e que o ambiente não foi favorável para um trabalho estável.

O ex-técnico manteve a convicção de que a seleção, sob seu comando, poderia ter alcançado bons resultados na Copa. Disse acreditar no caminho traçado para o mata-mata de uma Copa e mencionou ter vencido títulos com equipes não favoritas, defendendo a ideia de continuidade.

Ele enfatizou gratidão pelo período vivido e disse estar inteiro para seguir sua trajetória profissional. Dorival mencionou que críticas sem fundamento não ajudam, destacando a importância de apoiar quem atua ao lado do técnico e manter o ambiente profissional.

Comparação com Ancelotti

A entrevista traçou o paralelo entre o desempenho dele e o de Ancelotti, com números que reforçam a ideia de resultados próximos em termos de desempenho. O técnico brasileiro afirmou manter uma visão de crescimento para a equipe, mesmo diante de adversidades.

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