Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasileirão terá 25% dos jogos em gramados sintéticos; confira estádios

Brasileirão 2026 terá 25% das partidas em gramados sintéticos; cinco times mandarão jogos com grama artificial, aumentando a lista de estádios com o piso.

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Arena da Baixada, casa do Athletico-PR, usa gramado sintético (Foto: José Tramontin/Athletico)
0:00
Carregando...
0:00
  • Brasileirão 2026 terá 25% dos jogos em gramados sintéticos, com 95 de 380 partidas disputadas em estádios com gramado artificial.
  • Cinco clubes da Série A mandarão jogos em gramado sintético nesta temporada: Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras.
  • Estádios com gramado artificial nesta edição: Arena da Baixada (Athletico-PR), Arena MRV (Atlético-MG), Nilton Santos (Botafogo), Arena Condá (Chapecoense) e Allianz Parque (Palmeiras).
  • Além disso, há gramados híbridos em Neo Química Arena e Maracanã, com parte de grama sintética integrada à natural.
  • A FIFA certifica os diferentes padrões (Fifa Quality Pro, etc.) e pesquisas sobre lesões não apontam consenso claro de que o sintético aumente ou reduza riscos; a CBF acompanha dados do Brasileirão para possíveis mudanças.

O Brasileirão 2026 terá 25% de jogos em gramados sintéticos, com cinco dos 20 clubes da Série A mandando partidas em campos artificiais. A competição começa na segunda rodada, nesta quarta-feira, 4, em diversas arenas do país.

Serão 95 das 380 partidas disputadas em estádios com grama artificial, conforme o levantamento da imprensa esportiva. Em 2025, apenas três clubes haviam adotado o gramado sintético; Athletico-PR e Chapecoense se juntam a Atlético-MG, Botafogo e Palmeiras.

O Athletico-PR pode retornar à elite com a Arena da Baixada, que utiliza a tecnologia FieldTurf desde 2016 e recebe nova modernização prevista para junho. Já a Arena MRV do Atlético-MG iniciou a troca em 2024, com custo de quase R$ 13 milhões.

O Nilton Santos, casa do Botafogo, atualizou o gramado em 2023 com a FieldTurf, ao custo de R$ 12 milhões. A Arena Condá, do Chapecoense, passou a ter gramado sintético em 2025, custando cerca de R$ 5 milhões, com certificação FIFA Quality Pro.

O Allianz Parque, de Palmeiras, adotou a grama sintética em 2020 e utiliza um sistema próximo ao natural, segundo a Soccer Grass, com investimento de R$ 10 milhões. Há ainda gramados híbridos em estádios como Neo Química Arena e Maracanã, com 10% de grama artificial.

Especialistas citam que a existência de gramado sintético não implica, por si só, maior risco de lesões. Estudos apontam variações de padrões de lesões entre superfícies, sem diferença generalizada na taxa de incidentes.

A FIFA certifica três tipos de gramado, incluindo o FIFA Quality Pro para o futebol profissional. A entidade exige desempenho, segurança e durabilidade para cada categoria de campo, com certificação anual.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais