- Raphael Veiga encerra passagem pelo Palmeiras para jogar por empréstimo de um ano no América-MEX.
- O jogador soma 11 títulos, 109 gols e 54 assistências em 383 jogos pelo clube.
- Comentaristas avaliam que ele não está na mesma prateleira de ídolos históricos, mas fica próximo por DNA palmeirense e por ter marcado gerações vencedoras.
- Há consenso de que Veiga é destaque entre ídolos atuais, com forte identificação com o clube e liderança mostrada ao longo dos anos.
De saída do Palmeiras para o América-MEX por empréstimo de um ano, Raphael Veiga deixa o clube após 11 títulos, 109 gols e 54 assistências em 383 partidas. O anúncio ocorreu após a confirmação do empréstimo. O movimento marca a despedida de um jogador com extensa participação vitoriosa.
O histórico do jogador no Verdão é visto como marco da geração vencedora do clube. Veiga ficou conhecido pelo DNA palmeirense e por ter sido protagonista em decisões importantes ao longo de sua passagem, inclusive em finais.
Para a avaliação de especialistas, Veiga não alcança o nível dos maiores ídolos da história do clube, como Ademir da Guia, Marcos, Zinho e outros, mas é reconhecido por liderar com o espírito de time vencedor.
Avaliação na prateleira de ídolos
Bruno Vicari aponta que, tecnicamente, Veiga fica fora do grupo dos melhores meias que vestiram a camisa, citando nomes como Rivaldo, Djalminha, Alex, Zinho e Ademir da Guia. Ainda assim, ele fica entre os cinco maiores ídolos pela importância e pela contribuição em títulos.
Vicari destaca que Veiga é um dos jogadores com mais títulos da história do Palmeiras, disputou mais finais e foi artilheiro do time no século e no Allianz Parque. Além disso, a ligação familiar com o clube é destacada como elemento único.
Osvaldo Pascoal afirma que Veiga será lembrado entre os grandes da história do Palmeiras, com destaque para ter trazido dna palmeirense e por ações decisivas. Ele ressalta a liderança e o valor simbólico da relação do jogador com o torcedor.
Ubiratan Leal reforça o recorte geracional ao avaliar o status de Veiga. Para torcedores mais jovens, o atacante é referência de ídolo, com importância histórica, mesmo que não alcance a mesma estatura de nomes como Marcos ou Ademir da Guia.
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