- Kings League, de Gerard Piqué, garantiu US$ 63 milhões em parceria com Alignment Growth para expandir globalmente.
- O investimento eleva o total captado pela liga a mais de US$ 160 milhões desde o lançamento em 2023, com planos de atuação nos Estados Unidos.
- A Kings League gera cerca de setenta por cento da receita com patrocínios, e atua em Espanha, Brasil, França, Alemanha, Itália, México, Oriente Médio e Norte da África.
- As partidas são transmitidas ao vivo e gratuitamente em plataformas como YouTube, Twitch, TikTok e Kick, com foco em narrativas lideradas por influenciadores para a Geração Z.
- Piqué diz que o objetivo é um modelo esportivo paralelo, não a substituição do futebol tradicional; há críticas de tradicionais do futebol e, no passado, também houve falhas de formatos imitadores, como a Baller League.
A Kings League, projeto do ex-jogador Gerard Piqué, captou 63 milhões de dólares em parceria com o investidor Alignment Growth. O acordo visa diversificar a liga de futebol de sete contra sete e expandir globalmente, incluindo os EUA, conforme memorando analisado pela Bloomberg News.
A nova rodada eleva o total captado pela Kings League para mais de 160 milhões de dólares desde 2023. A liga tem sete competições regionais masculinas, duas femininas da Queens League e um torneio da Copa do Mundo no portfólio.
A Kings League, sediada em Barcelona, investe em formatos digitais para telas móveis com partidas curtas e regras flexíveis. Jogos são transmitidos gratuitamente em plataformas como YouTube, Twitch, TikTok e Kick.
Para Piqué, o objetivo não é substituir o futebol tradicional, e sim criar um negócio esportivo paralelo, nativo digital, alinhado ao consumo atual dos fãs. A aposta é pela audiência nas plataformas de streaming usadas pela Geração Z.
O investimento simboliza o interesse crescente de private equity e venture capital em modelos híbridos de esporte e entretenimento, que unem competição, conteúdo e cultura de criadores, ampliando propriedade intelectual fora dos sistemas tradicionais.
A Kings League já gera cerca de 70% da receita com patrocínios, com jogos realizados na Espanha, Brasil, França, Alemanha, Itália, México, Oriente Médio e norte da África. Críticas de tradicionais ao formato são frequentes, mas não impedem a expansão.
Entre na conversa da comunidade