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Corinthians mira metas mais altas para 2026, comenta Tironi no Lance

Conquista transforma o Corinthians no maior vencedor entre os paulistas nos últimos dois anos, aumentando a pressão por reforços para 2026, diante de dívida próxima de R$ 3 bilhões

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Jogadores do Corinthians comemoram título de campeão da Supercopa do Brasil (Foto: Mateus Bonomi/AGIF/Gazeta Press)
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  • O Corinthians venceu a Supercopa do Brasil, somando o título aos triunfos no Paulista e na Copa do Brasil de 2025, tornando-se o maior vencedor entre os paulistas nos últimos dois anos.
  • A estratégia do clube tem sido mirar batalhas específicas: Copa do Brasil, Supercopa e Paulista, com Dorival Júnior à frente e Ramón Díaz no comando mantendo o método.
  • Após a vitória sobre o Flamengo no Mané Garrincha, Dorival disse que o Corinthians precisa de reforços para o restante do ano.
  • Embora haja discurso de austeridade, o clube não freou os gastos com reforços, e a não contratação de Alisson gerou repercussão entre a torcida.
  • A Fiel segue apoiando o estilo de trabalhar por objetivos específicos, enquanto a diretoria lida com uma dívida que beira os R$ 3 bilhões.

O Corinthians conquistou a Supercopa do Brasil neste fim de semana, somando-a ao Paulista e à Copa do Brasil de 2025. Com os três troféus, o clube se tornou o maior vencedor entre os paulistas nos últimos dois anos, según a crônica esportiva local. A vitória aconteceu no estádio Mané Garrincha, diante do Flamengo, com reação decisiva nos minutos finais.

O título reforça a leitura de que a gestão atual vem adotando um caminho de resultados por objetivos específicos. Dorival Júnior comanda o time há pouco tempo e já havia definido metas, incluindo as três taças mencionadas. O ex-técnico de destaque priorizou uma agenda de competições, prometendo foco nas disputas mais próximas.

Dorival afirmou, após a conquista, que reforços serão necessários para seguir competitivo ao longo do ano. A análise interna aponta para a necessidade de ampliar o elenco, sobretudo para manter o nível em torneios nacionais e continentais. A diretoria, por sua vez, mantém o discurso da contenção de gastos, ainda que não tenha freado totalmente as movimentações.

A controvérsia interna envolve a avaliação de contratações. Enquanto o treinador busca reforços, a direção foca na gestão financeira para reduzir dívidas, estimadas em volta de 3 bilhões de reais. A decisão de não contratar Alisson, apesar de rumores, foi atribuída a impactos de aceitação entre a torcida, segundo relatos do entorno do clube.

Batalhas escolhidas

Desde a chegada de Dorival, o Corinthians tem priorizado disputas específicas com o objetivo de vencer. A sequência de decisões abrange a Copa do Brasil, a Supercopa e o Paulista, com resultados positivos nas três competições. A vitória sobre o Flamengo no último domingo consolidou esse padrão vitorioso.

A expectativa para 2026 envolve competir nos principais torneios nacionais e continentais. A direção permanece cautelosa quanto ao orçamento, enquanto o time busca manter o ímpeto de final. O debate interno sobre reforços continua, com Boa parte da torcida apoiando a estratégia de metas claras.

Três perguntas norteiam o tema para o restante da temporada: quais são os reforços ideais, como manter o equilíbrio financeiro e até onde alcançar em competições de alto nível. A avaliação passa pela continuidade do treinamento, pela performance coletiva e pela gestão de elenco ao longo das fases decisivas.

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