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Boca Juniors enfrenta crise com queda histórica de sócios

Crise no Boca Juniors: perda histórica de 40 mil sócios em doze meses pode reduzir renda e comprometer reforços e planejamento para 2026

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Boca Juniors enfrenta crise e registra queda histórica no número de sócios
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  • O Boca Juniors registrou perda de quarenta mil sócios no último ano, queda de aproximadamente 12,8%, cifra histórica para o clube.
  • A redução de torcedores-sócios afeta a renda e o planejamento para a temporada.
  • Enquanto o River Plate investiu €9,2 milhões a mais em reforços, o Boca trabalha com orçamento mais limitado devido à queda de associados.
  • Em 2025, o clube viveu um jejum de doze jogos sem vitória, menor desde 2021, ampliando o descontentamento da torcida.
  • Em 2026, o Boca ficará fora da Copa Sul-Americana, disputará a Libertadores e o Campeonato Argentino; o presidente Juan Romám Riquelme e o técnico Claudio Úbeda precisam reconstruir o time.

O Boca Juniors vive uma crise que vai além dos resultados dentro de campo. Relatório da Associação de Futebol Argentino (AFA) aponta uma perda histórica de torcedores associados no último ano, com queda de 40 mil sócios.

Essa redução representa quase 12,8% do total de associados em 12 meses, marcando um recorde negativo para o clube xeneize. A queda coincide com uma temporada sem títulos de expressão e eliminações precoces em competições-chave.

A diminuição de torcedores-sócio afeta a renda do clube e o planejamento para a temporada. Acontecimentos recentes aumentaram a pressão sobre as finanças, já que o sócio-torcedor é uma fonte estratégica de receita.

Desempenho esportivo e orçamento

Enquanto o River Plate investiu cerca de 9,2 milhões de euros a mais em reforços, o Boca lida com limitações orçamentárias. A redução de associados complica negociações no mercado de transferências e a montagem do elenco.

A torcida tem demonstrado insatisfação após uma temporada sem títulos relevantes e eliminações em torneios importantes. Em 2025, o Boca registrou recorde de jejum com 12 jogos consecutivos sem vitória, segundo dados históricos do clube.

No contexto para 2026, o Boca Juniors aparece com desafios significativos. Juan Román Riquelme, presidente, precisa trabalhar para reconquistar a confiança dos torcedores, enquanto o técnico Claudio Úbeda busca reorganizar o elenco. O clube disputa a Libertadores da América e o Campeonato Argentino em 2026, além de estar fora da Copa Sul-Americana.

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